Capítulo 08: Os Refúgios

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A medita que um novato vai aumentando mais e mais o seu conhecimento sobre os hábitos dos membros, ele deve estabelecer seu próprio refúgio. Embora seja provável que suas primeiras noites tenham sido passadas na companhia de seu senhor e na segurança de seu refúgio, inevitavelmente chega o momento de abandonar o ninho. A escolha de um refúgio é algo muito pessoal, tanto quanto escolher uma residência quando se é mortal. Porém, ao se decidir por um refúgio, um vampiro deve considerar certos requisitos que passam desapercebidos à maioria dos mortais. Obviamente, o refúgio deve ser protegido dos raios do sol, mesmo o mais leve toque da luz do sol pode fazer o m****o explodir em chamas. O refúgio deve ainda oferecer um razoável isolamento, dos vizinhos curiosos que notam as idas e vindas noturnas de quem mora ao lado, podendo causar aborrecimento. Finalmente, ele deve oferecer uma segurança física; durante o dia, os vampiros cochilam impassíveis, e mesmo que acordem e se levantem, eles agem preguiçosamente e com grande letargia. Inimigos que descobrem uma toca vampírica tem uma grande vantagem sobre aquele m****o, encontrando-o bastante vulnerável. Por essas razões, muitos membros preferem refúgios inacessíveis ou fortemente protegidos. Os Nosferatu preferem a discrição oferecida pelos esgotos, enquanto nenhum Ventrue que se preze se contentaria em manter qualquer coisa inferior a um apartamento mobiliado e equipado com todo luxo. Alguns membros mantêm suas antigas casas como refúgio, enquanto outros escolhem lugares onde ninguém pensaria em olhar, para desencorajar visitantes inoportunos.
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