7. O DESPERTARWilliam começava a se deixar ganhar pelo sono quando sua filha entrou no quarto. Sua expressão deixava transparecer a preocupação. “Como vai, Papai?” “Está tudo bem, Becky; aliás, sinto-me cada vez mais forte. É bom revê-la”. “Nós nos preocupamos por você”. “Sinto muito mesmo ter-lhes causado semelhante incômodo…” Ele tentava se recordar: “Foi você que me encontrou essa manhã, não foi?” Viu que ela pedia conselho com o olhar. Uma enfermeira fez um sinal de afirmativo com a cabeça. “Acredita que ficou doente essa manhã, papai, é isso?” “Está um pouco confuso, foi ontem?” Ele viu Becky olhar de novo para a enfermeira. “Faz oito dias, Papai…” “Não… Oito dias? Sério? Mas como isso é possível? Eu me lembro… Lembro-me de que voltava a pé do Teg, e de que vi Kiddy… Ela morre

