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Coleção Impura e Pecaminosa

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Descripción

«Não paro de pensar nas tuas mãos sobre mim, Padre.» Liguei para o Padre Gabriel tarde da noite.

Eu estava secretamente apaixonada por ele há demasiado tempo.

«Mara, tu não podes...» A voz dele soava rouca.

«Shh. Agora não és um padre, apenas alguém a atender o telefone», sussurrei, com a minha mão a deslizar inconscientemente pela minha coxa.

«Quero que imagines isto, Padre. A minha mão a deslizar mais para baixo, sob a bainha da minha camisola de dormir, entre as minhas coxas.»

«Estou a tocar-me», disse eu, a gemer. «Estou tão molhada.»

«Tu tocar-me-ias, Padre? Usarias as tuas mãos, a tua boca?»

«Sim, eu tocar-te-ia», ouvi-o dizer.

Histórias eróticas puras e sem filtros que te deixarão a fazer *scroll* para ler mais.

Algumas fantasias são demasiado sujas para serem mantidas em segredo. Esta coleção de contos curtos e sensuais explora o tipo de desejo que te mantém acordado, inquieto, sem fôlego e a arder — sombrio, proibido e absolutamente irresistível. De tentações com diferença de idades a tabus, da paixão imprudente à intensidade crua do b**m, cada história está ansiosa por te fazer corar, ansiar e implorar por mais.

Sem regras. Sem vergonha. Apenas prazer puro e sem filtros.

Estás pronto para ceder?

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1 diretor x aluno problemático Maia. Estou encarando a superfície polida de mogno da mesa do Diretor Vance como se ela guardasse os segredos do universo. Na verdade, estou apenas tentando evitar o peso predatório do seu olhar. Qualquer coisa é melhor do que olhar para ele agora. Se eu olhar para ele, posso perder a coragem, ou pior — posso deixar que ele perceba exatamente o quanto a presença dele está me afetando. O escritório está silencioso demais. É aquele silêncio pesado e opressivo que faz os ouvidos estalarem e o coração bater forte contra as costelas como um pássaro preso. Do lado de fora das pesadas portas de carvalho, os sons abafados do corredor do colégio — armários batendo, risadas de alunos, o som estridente e distante do sinal final — parecem pertencer a outro mundo. Aqui dentro, o único som é o tique-taque constante e rítmico do relógio de parede no canto. Cada tique soa como uma explosão localizada. O diretor Vance não se mexe. Não se recosta na cadeira de couro, nem solta aquele suspiro de irritação que a maioria dos professores dá quando está prestes a me dar uma bronca. Ele simplesmente fica sentado, perfeitamente imóvel, com as mãos grandes cuidadosamente cruzadas sobre a minha pasta disciplinar. O paletó está impecavelmente ajustado, esticado sobre ombros largos demais para um homem que passa o dia atrás de uma mesa. Ele parece menos um educador e mais alguém que lida com “problemas” para ganhar a vida. “Você tem algo a dizer em sua defesa, Maya?” Sua voz é um zumbido grave que vibra através do assoalho e sobe até as solas dos meus sapatos. É suave, profunda e completamente desprovida de qualquer calor. É o tipo de voz que dá vontade de endireitar a postura e pedir desculpas por coisas que você nem fez ainda. Naturalmente, faço o oposto. Afundo-me ainda mais na cadeira de plástico duro, cruzo as pernas e deixo minha bota de combate pesada chutar ritmicamente. “Eu não fiz isso”, murmuro, finalmente obrigada a olhar para cima. Ele ergue uma sobrancelha escura. Seus olhos são frios e duros, e no momento me encaram fixamente. “Você não pichou um mural anatômico gráfico na porta da sala dos professores? Mesmo que as imagens de segurança mostrem uma garota exatamente da sua altura, com a mesma trança bagunçada e a mesma jaqueta de couro vintage?” “É uma jaqueta popular”, respondo secamente, minha voz soando defensiva até para mim mesma. Me remexo na cadeira e minha saia xadrez sobe, expondo a extensão pálida das minhas coxas. Vejo seus olhos desviarem para baixo — um movimento tão rápido que quase não percebo — antes de voltarem a me encarar com uma intensidade ainda mais fria. “Você está reprovando, Maya”, diz ele, ignorando minha tentativa de evasiva. Ele abre a pasta, seus longos dedos percorrendo as marcas vermelhas no meu histórico escolar. “Não é só o seminário de Ética, mas também três outras disciplinas básicas. Nesse ritmo, o conselho escolar não vai te entregar um diploma em junho. Você vai estar aqui de novo no ano que vem. Sentada exatamente nessa mesma cadeira. Olhando para mim.” “Talvez eu goste daqui”, desafio. Inclino-me para a frente, apoiando os cotovelos na mesa dele, invadindo seu espaço pessoal. Consigo sentir o cheiro dele agora — cedro, café caro e algo limpo e masculino que faz meu estômago dar uma cambalhota perigosa. “Talvez eu faça tudo isso só para receber um convite para o santuário interno. É privado. É silencioso. Só nós dois.” Vance não se abala. Nem sequer pisca. Apenas me observa, com o olhar indecifrável e pesado. “Você acha que isso é um jogo. Acha que ser a ‘garota má’ te torna intocável, que sua rebeldia é algum tipo de escudo. Não é. É um pedido de socorro que está ficando mais alto e mais patético a cada semana.” A palavra patético me fere. Meu rosto fica vermelho como um pimentão e sinto o calor emanando da minha pele. “Então me castigue”, sussurro, minha voz baixando para um tom que definitivamente não é de “aluno para professor”. “Não é para isso que você está aqui? Para fazer cumprir as regras? Me mande para a detenção. Me dê uma suspensão no sábado. Ligue para os meus pais — eles não vão atender mesmo, mas vá em frente e tente.” Ele se levanta. Não tem pressa; é um desdobramento lento e deliberado de sua altura e musculatura. Ele é imponente, sua sombra se estendendo pela mesa até me engolir por completo. Ele contorna a mesa, seus movimentos fluidos e silenciosos, parando bem em frente à minha cadeira. Preciso inclinar a cabeça para trás só para mantê-lo em meu campo de visão. “Detenção é para crianças que não sabem o que estão fazendo”, diz ele, a voz baixando uma oitava até se tornar um sussurro rouco. Ele estende a mão, pousando no encosto da minha cadeira. Não me toca, mas está tão perto que consigo sentir o calor emanando do seu corpo em ondas. “Você passou o semestre inteiro implorando por isso, Maya. Interrompendo minhas aulas. Me seguindo até o estacionamento. Me olhando com essa fome nos olhos quando pensa que não estou prestando atenção.” Sinto o pulso na garganta. Minha respiração está curta e ofegante. “Não sei do que você está falando.” “Não minta. Não agora que finalmente estamos sendo honestos.” Ele se inclina, seu rosto a centímetros do meu. Consigo ver a leve sombra da barba por fazer em seu queixo e as olheiras ao redor de suas pupilas. “Você queria ver se conseguia quebrar o homem que dirige esta escola. Queria ver se o ‘Diretor’ era real, ou se havia algo mais por baixo do terno.” Sua outra mão se move. Seus dedos roçam a pele da minha coxa interna, bem na borda da minha saia. O toque é eletrizante — áspero, quente e completamente proibido. Meu corpo pulsa, uma pulsação repentina e desesperada que faz um gemido baixo escapar da minha garganta. Não consigo desviar o olhar dele. “Era isso que você queria, Maya?”, ele sussurra, com o polegar traçando um círculo lento e agonizante na minha pele. “As consequências?” “Sim”, sussurro, minhas mãos subindo, quase por conta própria, para se agarrarem à seda de sua gravata. Eu o puxo para mais perto, meu coração batendo tão forte que acho que vou quebrar uma costela. “Cuidado”, ele avisa, seus olhos escurecendo e se transformando em dois focos de intenção predatória. “Se eu decidir deixar de ser seu diretor, não serei gentil. Vou arruinar você. Vou garantir que você nunca mais pense em me desrespeitar.” Ele não espera por uma resposta. Agarra meu queixo, o polegar forçando-o para cima, e sua boca se choca contra a minha. Tem gosto de café, poder e anos de tensão reprimida finalmente explodindo. Sua língua é dominante, exigindo entrada, e eu a cede instantaneamente, minha cabeça girando enquanto ele me levanta da cadeira e me coloca sobre a mesa.

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