Chegamos à praia ainda cedo, o sol brilhava alto e o céu estava de um azul vibrante. Estendi a canga na areia e logo tirei a saída de praia, revelando meu biquíni branco que realçava ainda mais meu bronzeado. Otávio me olhou de cima a baixo com aquele sorriso safado no canto dos lábios e disse:
— Eu devia te levar assim todo dia pra algum lugar... só pra ver todo mundo morrendo de inveja da mulher maravilhosa que eu tenho.
Rimos juntos e fomos direto para o mar. A água estava morna e transparente, e nadamos lado a lado, mergulhamos, nos molhamos, trocamos beijos e rimos como dois adolescentes apaixonados. Teve um momento em que ele me pegou no colo e girou comigo dentro da água, e eu ria tão alto que até algumas pessoas ao redor olharam e sorriram com a nossa alegria contagiante.
Depois de curtir bastante o mar, voltamos para a areia. Otávio foi até um quiosque e voltou com uma bandeja generosa: porção de peixe frito, camarão empanado e batatas crocantes. Colocou tudo entre nós dois e, claro, dois drinks refrescantes para acompanhar.
— Para a minha deusa do mar — disse ele, estendendo o copo pra mim com aquele olhar cheio de desejo e carinho.
— Obrigada, meu rei — respondi, brindando com ele.
Comemos ali mesmo, na areia, de frente para o mar, trocando beijos entre uma garfada e outra, molhando os pés na beira da água, rindo das ondas que vinham até nossas canelas.
Depois de um tempo, me deitei para pegar um sol, enquanto Otávio ficou sentado na toalha, me admirando. O calor do sol era intenso, e quando o corpo começou a esquentar demais, levantei e fui sozinha em direção ao mar para me refrescar.
Foi aí que um homem, de aparência ousada, se aproximou. Ele me olhou de cima a baixo, visivelmente impressionado, e se aproximou com um sorriso insinuante.
— E aí, princesa... sozinha por aqui?
Do outro lado, Otávio observava tudo de longe. Ele mordeu o lábio, respirou fundo e apertou as mãos, roendo de ciúme. Aquilo o corroía por dentro, mas ele se manteve ali, calmo, confiando em mim.
Olhei para o homem e respondi, séria e direta:
— Cara, eu sou comprometida. E se você não quiser ter problema, é melhor nem respirar perto de mim.
Virei as costas sem esperar resposta e continuei andando em direção à água, sentindo o olhar do Otávio lá atrás. Quando olhei discretamente de volta, vi que ele sorria, orgulhoso e satisfeito. Era como se ele dissesse com os olhos: "Essa mulher é só minha."
Quando voltei pra ele, me sentei ao seu lado e ele me puxou pela cintura, me dando um beijo demorado no ombro.
— Sabe o que é mais sexy em você? — ele disse. — Além de tudo que eu já amo... é o jeito como você se impõe, como você se faz respeitar. Você me deixa louco.
— Eu sou sua, amor. Totalmente — respondi, entrelaçando nossos dedos com carinho.
Passamos o resto da tarde entre beijos, mergulhos, e aquele clima leve, romântico e gostoso. Era um dia simples, mas cheio de amor, desejo e conexão verdadeira.
fui ate o banheiro que tinha no clube da praia ,por ela uma praia mais privativa ,tomei uma ducha e me troquei antes de entra no carro .
Depois voltamos pra casa no fim da tarde, com o corpo quente de sol, a pele ainda com cheiro de mar e os cabelos bagunçados pelo vento. O silêncio no carro era cúmplice, denso de desejo, enquanto o sol se punha no horizonte pintando o céu com tons dourados.
Ele dirigia com uma mão no volante, tranquilo... e com a outra, fazia um carinho lento e envolvente na minha coxa. Seus dedos passeavam com firmeza e intenção, subindo e descendo suavemente, pressionando de leve a pele sensível que ardia sob o toque.
— Você tem ideia do que causou em mim hoje com esse biquíni? — ele disse, sem tirar os olhos da estrada, mas com a voz rouca e carregada de t***o. — Eu fiquei o dia inteiro imaginando como seria arrancar ele de você com os dentes...
Mordi o lábio, sentindo meu corpo inteiro responder ao toque e às palavras dele. O calor entre as minhas pernas aumentava a cada deslizar de dedo.
— E você tem ideia do que esse toque tá fazendo comigo agora? — murmurei, apertando levemente a perna, incentivando.
Ele sorriu de lado, malicioso, e apertou minha coxa com mais firmeza, subindo um pouco a mão, quase chegando onde eu mais queria.
— A gente chega em cinco minutos. E quando a gente entrar em casa, você vai ver o que é desejo acumulado.
Assim que chegamos, ele desceu do carro e abriu o portão com rapidez, o olhar ainda queimando em mim. Fiquei sentada, observando cada movimento dele... o jeito que os músculos do braço saltavam, o andar seguro, o desejo evidente no olhar. Ele voltou para o carro, entrou, e com a mão novamente pousada na minha coxa, dirigiu devagar até dentro da garagem. Quando estacionou, desligou o carro e virou-se pra mim, sorrindo daquele jeito que eu sabia muito bem o que significava.
— Agora você é só minha — ele murmurou, com a voz baixa e carregada de intensidade.
Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ele saiu e veio até a minha porta. Abriu devagar, estendeu a mão e, em um movimento firme e envolvente, me puxou pro seu colo. Me pegou no colo como se eu fosse sua coisa mais preciosa. Apertei meus braços ao redor do pescoço dele, sentindo seu cheiro, o calor do corpo dele misturado ao meu.
Ele caminhou até a porta da casa, a abriu com habilidade, sem me soltar nem por um segundo. Me carregava como se aquilo fosse a coisa mais natural do mundo. Nossos olhares se cruzavam o tempo todo, intensos, famintos, apaixonados.
— Você não tem ideia do quanto eu desejei esse momento o dia inteiro — ele sussurrou no meu ouvido, com a voz baixa e rouca, fazendo meu corpo se arrepiar inteiro.
Subimos as escadas com ele ainda me segurando firme. Ao chegarmos no quarto, ele empurrou a porta com o pé e a fechou atrás de nós. Me deitou devagar sobre a cama, me olhando de cima como se estivesse admirando uma obra de arte viva. O desejo nos olhos dele era quase palpável.
— Agora, meu amor… agora você é minha por completo.
E então ele se aproximou, tirando sua camisa enquanto me devorava com os olhos, pronto pra começar a noite mais quente e intensa das nossas vidas.
Ele se debruçou sobre mim, seus olhos fixos nos meus, e suas mãos deslizando lentamente pelas minhas pernas, subindo com uma calma provocante. Beijou minha coxa com vontade, mordendo de leve, enquanto seus dedos encontravam a barra do meu vestido. Ele o puxou devagar, sentindo cada centímetro da minha pele sendo revelada, como se estivesse desembrulhando um presente precioso.
— Você tá tão gostosa assim... — ele murmurou, com a voz rouca de desejo, seus olhos escurecendo ainda mais com a fome que sentia de mim.
Ele me olhou com um sorriso safado, mordeu o lábio e puxou o vestido todo, deixando meu corpo só com o fio dental branco. Passou os dedos devagar pela renda, traçando o caminho com os olhos e a boca. Quando abaixou minha lingerie, ele me olhou por um segundo como se estivesse diante da visão mais perfeita do mundo — e então afundou o rosto entre minhas pernas.
Lambeu devagar, primeiro com a língua suave, depois com mais firmeza, até me deixar ofegante, as mãos segurando os lençóis com força. Ele me comia como quem tem fome, sugando com vontade, devorando cada gota do meu prazer com intensidade, fazendo meu corpo inteiro se arquear. Eu gemia seu nome, tremendo, enquanto ele me conduzia ao auge com a boca talentosa.
— Você é doce... viciante… eu poderia viver aqui — ele disse, ainda me provando, enquanto me fazia perder o fôlego.
Quando não aguentei mais e meu corpo inteiro pulsava, ele subiu por cima de mim, os olhos queimando nos meus. Me beijou com força, ainda com o gosto do meu prazer na boca, e me encaixou com firmeza, entrando devagar, com um gemido rouco de alívio e prazer.
— Ah, meu Deus… você é perfeita por dentro e por fora — ele sussurrou, começando movimentos deliciosamente lentos, me preenchendo por completo.
Ele segurava minhas pernas com firmeza, puxando-as para sua cintura enquanto me encaixava mais fundo, fazendo nossos corpos se chocarem com desejo. Os movimentos eram lentos e profundos no início, mas aos poucos ele foi ganhando ritmo, me fazendo sentir cada estocada como se fosse a primeira.
— Você é minha... só minha — ele murmurava entre gemidos roucos, sua boca colada no meu ouvido, fazendo minha pele inteira arrepiar.
Meus gemidos saíam soltos, sem controle. Eu o puxava com mais força pra mim, querendo sentir mais, querendo tudo. E ele me dava. Com a mão firme na minha cintura, ele me guiava, me fazia subir com ele para o topo. Seus olhos não desgrudavam dos meus, como se quisesse gravar cada reação minha em sua memória.
Me virou de lado, sem sair de dentro de mim, e passou a mão devagar pela curva da minha cintura, deslizando para o meu seio. Me apertou com vontade, enquanto movia os quadris com uma precisão enlouquecedora. Me fez revirar os olhos e gemer mais alto, e ele adorava isso. Adorava me ver entregue, vulnerável, completamente dele.
— Olha o que você me faz... — ele disse, com um sorriso safado no rosto, suado, ofegante, me beijando com pressa, mordendo meu lábio, me invadindo com cada vez mais intensidade.
Me colocou de quatro, sem pressa, e acariciou minhas costas, descendo a mão até a minha cintura novamente. Quando me penetrou por trás, soltei um grito abafado de prazer. Ele estava mais intenso, mais bruto, mas ao mesmo tempo tão atento ao meu prazer, aos meus gemidos, à forma como meu corpo respondia ao dele.
O barulho dos nossos corpos se misturava aos nossos sons, nossos nomes sussurrados, nossos suspiros e promessas entre beijos.
— Eu te amo — ele disse, com a voz trêmula de prazer, puxando meu cabelo suavemente e me inclinando pra ele, colando nossos corpos mais uma vez.
— Eu te amo tanto… — respondi, sentindo meu corpo se desfazer em ondas de prazer cada vez mais intensas, até o momento em que ambos atingimos o ápice, juntos, completamente entregues.
Depois, ele me deitou sobre seu peito, ainda ofegante, os dois suados, abraçados, como se o mundo lá fora não existisse.
— Você é o meu mundo — ele sussurrou, acariciando meus cabelos, beijando minha testa. — E eu vou te amar assim todos os dias da minha vida.