Milene Narrando Quando o tio Romano mandou mensagem me chamando, eu já imaginei na hora o que era. Só podia ser por causa do p*u que eu dei na giriquita. Balancei a cabeça rindo sozinha antes de sair de casa. Peguei a chave do carro e fui dirigindo até a boca. Não tava nem um pouco preocupada. Desde pequena era assim. Quando dava alguma mërda, ele sempre queria ouvir a minha versão primeiro. Sempre com aquele cuidado disfarçado de pose de chefe. Primeiro ele escutava. Depois vinha a bronca. Só que agora é diferente. Eu já sou bem grandinha e se tiver bronca também, tô nem aí. Quando cheguei na boca, desci do carro e já vi ele ali fora conversando com dois dos meninos. Assim que me viu, fez sinal com a cabeça pra eu chegar mais perto. — Vem cá, Milene. Aproximei com a maior cara d

