Chamado

1174 Palavras

DIEGO NARRANDO Depois daquela noite, eu não procurei mais a Gabriele. Ela tentou. Ligou algumas vezes, mandou mensagens, fez de tudo pra manter a aparência de normalidade… Eu respondi, com respeito, mas fui me afastando, sem nem perceber. Era como se a decepção tivesse colocado um vidro grosso entre nós Hoje era dia de culto, e como de costume, eu passaria pra buscar ela. Já estava pronto quando o celular vibrou. Era uma mensagem dela. “Hoje não vou conseguir ir, não precisa vir aqui. Boa noite e bom culto.” Só isso. Respirei fundo. Pensei em deixar pra lá, seguir direto pra igreja. Mas alguma coisa dentro de mim disse: vai assim mesmo. E eu fui. A igreja estava cheia, graças a Deus. Cumprimentei os irmãos no portão, entrei, cumprimentei outros no corredor, e assim fui até o púlpito

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