Noite

816 Palavras

O telefone tocava. Era o novo aparelho de Penélope, que Demétrius tinha arrumado pra ela dias atrás. Ela virou o rosto, ainda deitada, querendo alcançar. — Pode ser urgente... — Não é — ele respondeu, firme, sem tirar o corpo de cima do dela. — Deve ser louca da Marília. Não terminamos.. Ele a arrumou na cama, a deixou de quatro para ele.. tinha uma bebida na mão, bebeu um gole e deixou na mesa de cabeceira. Penélope ficou vermelha, hesitante, mas obedeceu. O toque do telefone parou. E logo ele entrou novamente com força,o corpo dele parecia que ia pegar fogo, de tão quente que estava.. e a bebida o deixava mais energético na cama. Ela soltou um suspiro alto, apertou o lençol, o corpo se tensionando com a invasão firme, cheia, quente. — Respira... — ele murmurou contra o ouvido del

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