Guga Narrando Não preciso ouvir mais duas vezes. Desligo o chuveiro num golpe seco. A água para. O silêncio é súbito, só a nossa respiração ofegante. Pego a toalha mais perto, seco ela rápido, me seco mais rápido ainda, e a puxo nos meus braços. Não me sequei direito, nem ela. A umidade ainda tá na pele. Saio do banheiro com ela no colo de novo, a água escorrendo no chão, e vou direto pro quarto. Jogo ela na cama, o colchão velho absorve o impacto com um baque. Ela já cai de perna aberta, uma perna jogada pro lado, me convidando. Eu vou até ela, me coloco entre as pernas dela. Meu dedo vai direto, desliza pelo clitórïs dela, que tá inchado e latejando. Entro com um dedo, depois dois, sem cerimônia. Uma das minhas mãos sobe, aperta o peito dela, o mamilo duro entre meus dedos. A outra mã

