Guga Narrando Mano, eu tô deitado aqui, ela com as costas colada em mim, respirando devagar, e meu coração ainda tá batendo que nem um maluco. A gente suou, gritou, arranhou, fez a cama bater na parede igualzinho um metrô descarrilhando. E agora tá quieto. Só o barulho da rua lá fora e a respiração dela quente no meu ombro. A Magia. A pørra da Magia. Tá aqui, na minha cama, depois de me encher o saco a noite inteira e me deixar com o p*u doendo de tanto t***o acumulado. Ela se mexe um pouco, e eu sinto o corpo macio dela se ajustando no meu. A mão dela tá no meu quadril, os dedos relaxados. Pørra. Como que essa mulher consegue ser a coisa mais irritante e a mais gostosa do mundo ao mesmo tempo? — Foi jogo sujo, hein, Guga? Tirar a roupa e dar uma pünhetada na minha frente. Me deixou com

