Capítulo 60 Magia

1432 Palavras

Magia Narrando Eu dei uma gargalhada, genuína. A cena é absurda. Dois bandidøs num corredor com pouca luz, quase nus, trocando ameaças que soavam como votos. — Espero que continue assim — eu disse, o sorriso ainda nos lábios. — Porque se você inventar de beijar outra… nunca mais você vai ter essa. — E balancei os quadris, fazendo a saia balançar. Ele não aguentou. A mão dele voou, rápido demais para eu reagir, e deu um tapa — não forte, mas firme — na lateral da minha coxa, bem onde a saia já estava alta. — Gostosa — ele murmurou, mais para si mesmo. Então, seus olhos baixaram para a calcinha minúscula. Um fio dental, preto também. Ele não hesitou. Os dedos dele, grandes e ágeis, encontraram o elástico fino na lateral do meu quadril. Um puxão seco, um estalinho de tecido rasgando, e

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