Gigante Narrando Enfiei a cara entre as pernas dela. A boca cobriu ela inteira. A língua, sim, essa língua que ela tanto elogiou, foi direto ao ponto. Um beijo molhado, profundo, na b****a mais gostosa que já provei. O gosto dela, salgado, doce, único, inundou minha boca. — Caralhø. — Ela gritou, os quadris levantando do sofá, as mãos voando pra minha cabeça, agarrando com força. — É… é disso que eu tô falando, gostoso… — ela gemeu, a voz entrecortada, perdendo o fôlego. Eu não parei. Lambi, chupei, beijei. Usei a língua pra explorar cada dobra, cada centímetro dela. Encontrei o clitórïs inchado, sensível, e me concentrei, movimentos circulares, rápidos, depois lentos. Ela começou a tremer, os gemidos saindo mais altos, mais descontrolados. As pernas dela se fecharam em torno da minha

