Elisa olhava pela janela do carro, mas não processava nada. Não saberia dizer quanto tempo durou e nem por onde passaram. Só voltou a si, quando Arthur a chamou para descer. Estavam em frente à casa dele. Ela não precisou se preocupar com as malas, em poucos segundos já estavam tudo do lado do portão. Ele entrou com as bagagens e Elisa foi atrás. – Seus pais sabem que eu estou aqui? – Ela perguntou, se dando conta do constrangimento que seria encontrá-los ali. – Vou falar com eles. Aquilo a deixou mais ansiosa. – E se eles não aprovarem isso aqui? – Fez um sinal, apontando para ela e as malas. – Por que eles não aprovariam? – Ele sorriu para tranquilizá-la. – Eles sempre adoraram receber visitas aqui. – Mas isso é diferente. – Diferente por que? – Arthur levou as malas para um qua

