Elisa juntou todas as suas coisas e partiu em disparada. Para onde? Não sabia. Mas tinha que encontrar Gabriela e seu celular. Correu para tentar alcançá-la, sem sequer saber para onde estava indo. Tentava primeiro a praia do Resende, onde as meninas costumavam ficar, ou ia direto para o condomínio? Bom, pelo menos o condomínio tinha porteiro, o que significava que tinha alguém para perguntar e evitar a procura. Decidiu que era para lá que ia. Cruzou as ruas sem nem olhar direito, os carros que parassem para ela. Subiu a última, que levava à portaria, tão depressa, que chegou ofegante. – Bom dia, o senhor viu se a Gabriela da casa 8 passou por aqui? – Perguntou para o moço que trabalha ali durante o dia. – Passou sim, agorinha mesmo. Essa foi fácil. – Obrigada. Elisa entrou e corre

