Capítulo 12

2468 Palavras

– Minha prancha – foi o que ela respondeu. Era com o que estava preocupada no momento, até porque o equipamento não era dela. – Relaxa, ela não vai sumir – respondeu com tranquilidade. – Se segura aí que vou te levar até ela. Arthur começou a remar com os braços, ajudado pela maré. Não dizia nada e nem Elisa. Ela estava virada para ele, não conseguia ver para onde estava indo, também não conseguiu evitar ficar olhando para ele, enquanto dava as braçadas na água. Ela reparou que não parecia que ele fazia esforço algum. Reparou também no cabelo molhado caindo por sobre seu rosto, quis passar a mão e tirar. Mas não se moveu. Ele quem interrompeu o silêncio. – Seu remo – informou. Elisa se virou e viu a pá boiando, se esticou e conseguiu pegar. Ela seguiu se segurando, agora com apenas uma

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