Capítulo 4

1294 Palavras
Lucca Baroni Já se passaram oito dias desde o dia do casamento, desde então eu não vi mais Alícia. Pensar nela já faz meu amigão ficar felizão aqui. — Molto saporito! (Muito Saborosa) Lembro bem do dia em que Pietro Craig apareceu aqui pedindo ajuda, pois outras duas máfias escocesas estavam formando uma guerra pelo poder do território das drogas. **Lembranças on** — Senhor Baroni, tem um jovem aí… Pietro Craig! Da Escócia, diz que precisa muito falar com o senhor. — Não temos aliança com os escoceses. O que ele quer? — Sua família é poderosa na Escócia, ele disse que fala apenas com o senhor. Chamo Nicholas e ele também fica surpreso com nosso visitante. Mas decidimos recebê-lo. Não somos aliados, mas estamos longe de ser inimigos. — Senhor Baroni! Muito obrigado por me receber. Sr. Nicholas. Ele entra e nos comprimenta. — Espero que o senhor não me faça perder meu tempo, Pietro. — Bom, vou ser direto. Como seu segurança ja deve ter te passado, estamos infelizmente, começando uma guerra na Escócia, com maldito Tobias Rae e Saul Duff. — Certo, onde entramos nessa história? — Queremos formar aliança com vocês. — E assim, teria eu que fazer parte de uma guerra que nem comecei? — O que ganharíamos com isso? — Nicholas pergunta. — O que tiver ao nosso alcance para entregar. Na Escócia, o maior poder está em nossas mãos. Daremos 50% do território das drogas conquistado. E meus irmãos e eu temos mais uma coisa a oferecer. Ele fala me entregando uma fotografia. — Nossa linda e adorável irmã, Alícia. Dezoito anos, é uma pessoa maravilhosa, temos absoluta certeza que será uma excelente esposa, ela foi criada para isso. Analiso a foto, nela estão todos da família. Mas, Alícia se destaca, ela brilha. — Se você me garantir que o casamento será daqui a quinze dias, selamos um acordo. — Lhe dou minha palavra, ela fez 18 anos há um mês. — Ótimo, então marque o noivado para o fim de semana. — Temos um acordo? Sr. Baroni? — Temos um acordo! Sr. Craig. Apertamos as mãos e vejo Nicholas balançar a cabeça. Assim que Pietro sai, ele começa. — Entrar em uma guerra por uma bambina? Que você nem conhece? — O conselho já está no meu pé a muito tempo, perguntando por uma esposa. Encontrei. Digo sorrindo. ** Lembrança off** Meu celular apita, me tirando dos meus pensamentos. Sr. Baroni, a Sra Baroni deseja ir ao shopping. Conhecer a cidade. Pensando nela, abro um sorriso. Leve-a ao shopping, diga que ela compre tudo que quiser. Vou deixar ela ir, afinal, pelo que sei, em dezoito anos, ela saiu de casa raríssimas vezes, apenas com os irmãos. Pouco ela conhece do mundo e aqui na Itália, ela ficou apenas em casa. Rosa me contou que ela passa as tardes no jardim lendo livros, pelo que sei, é sua maior paixão. — Fratello, como vão as coisas? — Tudo muito calmo, por enquanto. Isso me preocupa. — Sim, é na calmaria que o inimigo ataca. — Mas nós estamos preparados. — Sempre! Como está minha cunhada? — Foi ao shopping com um dos seguranças, Simon. — Certo. — Vamos à boate hoje? — Talvez, quero dar uma passada antes em casa. Talvez eu leve Alícia comigo. — Ok, só me avise se vai. — Aviso sim. — Vou indo nessa, quero visitar Soraya. — Até mais Fratello. Depois que Nicholas foi embora, decidi ir pra casa também. Sou recepcionado por Rosa. — Sr Baroni, como vai? — Bem Rosa e você? — Bem também, aceita um pedaço de bolo? Alícia fez hoje pela manhã. — Ela cozinha? — Sim. Uma cozinheira de mão cheia! — Muito bom saber disso. Vou aceitar o bolo sim. Volto depois de um banho. — Com licença. Então Alícia cozinha… Isso é novidade para mim. Bom, pouco eu procurei saber sobre ela. Vi sua foto, fiz três ou quatro perguntas e marquei o casamento. Assim, rápido e prático. Termino o banho, visto uma calça de moletom e uma camiseta preta, desço pra provar o bolo de Alícia. Estou sentado na bancada da cozinha quando a ouço chegar. — Rosa, como tudo aqui na Itália é lindo! — Espero que possa me incluir na lista, Alícia. — Lucca, não sabia que estava aqui. — Ela me encara. — Com licença. — Rosa sai, e nos deixa a sós. — Bom, eu moro aqui. Atrevida, ela revira os olhos. — Bem, não me pareceu nos últimos oito dias... Que foi? — Pergunta, ao ver minha cara nada satisfeita. — Como ousa revirar os olhos pra mim? — Quê? Me levanto e vou me aproximando, ela vai dando passos para trás, mas não vai longe, logo esbarra na parede. — Sentiu minha falta, Lili? — Como sabe meu apelido? — Tem muitas coisas que eu sei sobre você, aliás, seu bolo está uma delícia. Ela não me responde, mas vejo que sua respiração está falhando, me aproximo colocando as mãos na parede, ao seu lado. — Você não respondeu minha pergunta. Sentiu saudades de mim? — N-não, nenhuma… — Não é isso que sua respiração pesada diz. — Pois deveria acreditar no que minha boca fala. — A boca pode contar mentiras, mas o corpo sempre fala a verdade. Começo a me aproximar e dou uma leve mordida no lóbulo de sua orelha, pra minha mais pura satisfação ela solta um gemido. — Delizioso fottuto gemito (p***a de gemido gostoso) — Você precisa falar em inglês, eu não entendo o que diz. — Shiu, fica caladinha... Quero você agora. — Lucca… Não dou mais tempo pra ela. Tomo sua boca em um beijo quente e desesperado. Com minha mão começo a subir sua blusa até ela não existir mais no seu corpo e fico satisfeito ao descobrir que ela não usa nada por baixo. — Bellissima. — Digo enquanto dou um leve beliscão com os dedos. — Lucca, alguém pode nos ver! Aah.. — Ninguém seria louco o suficiente. — Digo antes de aproximar meus lábios dos seus s***s. E ali, vou intercalando, ora em um seio, ora em outro. Minhas mãos vão descendo para chegar ao seu pontinho de prazer. — Nosso pontinho. — Minha consciência me corrige. Abro sua calça e começo a descer para chegar onde quero. Alícia já não consegue mais segurar seus gemidos e uma de suas mãos já está nos meus cabelos, me puxando pra mais perto. Começo a dar leves mordidas, intercalando com a língua, quando percebo que ela está perto do clímax, introduzo dois dedos nela, que está toda molhada, pronta pra mim. Continuo a torturá-la, até que ela tenha seu total prazer. — Lucca... E-eu vou… Dou um pequeno sorriso e um leve sopro e ela se desmancha em minha boca, tomo tudo que ela me entrega e me levanto. A viro de costas e penetro de uma vez, preciso dela, estou duro por ela. — Cazzo. Começo a estocar forte. Alícia geme alto. Dentro. Fora. Dentro. Fora. Levo minha mão novamente ao seu pontinho. Estou perto, mas quero que ela chegue lá antes de mim. Nunca me importei muito em dar prazer a uma mulher, mas com ela é diferente. Sinto suas paredes me apertarem. — Goza pra mim, Alícia… — Lucca! Ela goza chamando meu nome. Solto um urro e me derramo dentro dela também. Seguro firme em sua cintura, ela perdeu suas forças. A pego no colo e a levo para o quarto, deixo ela na cama enquanto preparo uma banheira de água quente. Coloco ela dentro, ajudo ela a se banhar e a coloco deitada na cama novamente. Apago a luz e saio, vou para o meu escritório no andar de baixo.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR