Capítulo sessenta: Ecos do cativeiro

1369 Palavras

PONTO DE VISTA DE PHERA A consciência me recebe não como uma amiga, mas como uma adversária, me arrastando de volta para uma realidade com a qual não estou pronta para lidar. A desorientação é a primeira sensação que me envolve, seguida de perto por uma dor maçante e penetrante concentrada em um ardor no meu pescoço. É um lembrete c***l dos últimos momentos antes que a escuridão me dominasse: a emboscada, a luta e a dor aguda e inesperada do ácido. Droga! Até mesmo pensar nisso quer me fazer me encolher em um canto e me esconder. Piscando contra a iluminação fraca, observo ao meu redor com um crescente sentimento de angústia. O mundo se reduziu às limitações de uma gaiola fria e impiedosa, suas barras tão intransigentes quanto à realidade à qual sou forçada a enfrentar. Droga! Como chegu

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