Capítulo sessenta e um: Silêncio da traição

1572 Palavras

PONTO DE VISTA DE PHERA O cheiro metálico da jaula parece se infiltrar em meus ossos, cada tentativa de alcançar meu lobo era frustrada pelo veneno persistente da Artemísia nas minhas veias. Droga! Eu deveria ser uma guerreira forte. Estou presa, não apenas dentro dessas barras de ferro, mas dentro do meu próprio corpo, uma prisioneira duplamente. A frustração é uma coisa viva, arranhando minhas entranhas, um lembrete constante da minha vulnerabilidade. Sempre acreditei na força do meu lobo, no elo inquebrável que me prende à minha matilha, aos trigêmeos. Mas agora, isolada e enfraquecida, dúvidas começam a obscurecer minha mente, sussurros de medo que luto para silenciar. É nesse momento de desespero que a porta range ao ser aberta, anunciando a entrada de uma figura que nunca esperava

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