CAPÍTULO 7 - CHARLLES

805 Palavras
Olho para o relógio e depois para o rosto da mulher sentada na minha frente. - Agora entendi o motivo pelo qual você se casou – Sara sempre foi firme no que disse, como estava sendo agora. - Isso é errado, Charlles. - Errado? Eu não estou fazendo nada de errado. - Ela não vai preencher nada em você, não use a garota – O aviso e explícito. - Ela te contou o que aconteceu no shopping? - Não Sara, ela não me falou nada – Ela dá um suspiro longo e profundo. - Ainda está dormindo com Candice? - Eu balanço a cabeça. - Ela fez uma cena com a sua mulher, não sei o motivo, mas devo imaginar… - Está me dizendo… - E ainda deu um t**a nela, a garota caiu no chão, parecia um ratinho assustado sem saber o que fazer. Candice e velha e experiente – Giro a xícara de café nos meus dedos. - Quando foi isso? - Dias atrás, pensei que você soubesse ou que ela iria te contar. - Como sabe disso e eu não? - Eu estava lá, pensei que ela te contaria, mas agora entendo que o arranjo é realmente palpável, você já estava r**m por uma relação anterior Charlles, mas você arrumou outra relação e ainda por cima a mulher que está ao seu lado é igual à que já esteve um dia – Eu reviro os olhos entediado. - Sam me disse a mesma coisa, mas eu não ligo e não quero saber de mais nada, não quero mais falar disso também. - Isso é algum tipo de obsessão? Porque vai fazer m*l a você, mas não só isso. - Não pode se meter na minha vida. - Ela era minha amiga, você sabe disso – Ela se inclina mais para frente, para dar mais entonação no que vai falar. - Ela não gostaria de saber que você está fazendo isso, não gostaria mesmo. - Eu não fiz nada. Ela dá uma gargalhada irônica. - Por que não pede para ela deixar o cabelo mais curto? - Ela se levanta da mesa e puxa a bolsa, me deixando sozinho. Sara era mulher de Sam, mas ela também era uma amiga, um que eu até aceitava falar coisas na minha cara, embora não gostasse que me dissessem o que eu tinha que fazer ou como fazer. Ana Luiza iria continuar comigo. Era hora de mais um final de semana com ela, mas depois de um mês ela teria que começar a sair comigo, eu esperava que ela estivesse pronta para fazer o casal perfeito, seria um longo fim de semana, dois jantares. Quando parei o carro na garagem, eu vi que o dela já se encontrava parado, sinal que ela estaria em casa, assim que eu subo para a cobertura entro no corredor, eu vejo um homem parado na minha porta, logo vejo Ana, ela está sorrindo e o cara está bem próximo dela. Fico parado olhando a cena é um filme se passa na minha cabeça. Fico com raiva. Mas não é bem raiva. Assim que Ana me e ela abre um sorriso, que, parece ser direcionado para mim, ela se mexe e o homem que estava com a atenção nela, olha para mim, está sério agora. - Agora que ele chegou – Ela olha para mim e entra para dentro, me deixando sozinho com um estranho na porta da minha casa. - Senhor, seu pai me pediu para entregar essa pasta para a pauta da segunda – Ele me entrega a pasta. - Era por isso que conversava com a minha mulher tão animado? Ele muda a expressão. - Me perdoe, eu conheço Ana, ela está fazendo dança com minha mulher… - Eu o corto. - Já me entregou a pasta, vai embora, da próxima vez me espere na portaria – E a única coisa que falo antes de entrar e bater à porta, entro eu caminho pelo apartamento, quando paro na porta da cozinha eu vejo Ana no balcão, ela olha para mim e vejo os olhos vermelhos e cheio de água. - Você está chorando? - Ela sorri e levanta a faca e a cebola. - Vai querer jantar? - Engulo o nó na garganta, olho para a pasta na minha mão e o terno na outra. - Claro – Dou as costas logo em seguida, era tomar um banho e jantar, depois eu me afundava em trabalho de novo. AVISO - Mais um capítulo fresquinho pra vocês (finalmenteeee), para ficar por dentro adicione o livro na biblioteca, comente sempre nos capítulos para eu poder saber o que vocês acham do livro e deixe o seu voto maravilhoso ou me sigam para receber novidades e atualizações. Até amanhã com mais um capítulo fantástico. Att, Amanda Oliveira, amo-te. Beijinhos. Hehehehe até
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