Desci as escadas parecendo um tornado atrás da menina, quando cheguei no térreo e caminhei direto para o carro dela, ela veio de encontro, tentando abrir a porta e chorando, me aproximei e segurei seu braço. - Para, você não vai sair assim, vai se machucar. - Vai se ferrar! Me deixa – Ela afundou as unhas no meu braço e com a outra mão tentou tirar minha mão do seu braço preso. - Por favor, não faz isso comigo, eu não quero dormir com ninguém – Ela usou o corpo para se debater, eu ergui a outra mão e tomei o outro braço dela e encostando ela no carro. - CHEGA! - Ela parou e vi os olhos dela ficar imóvel e seu corpo parar. - Eu não quero machucar você. - Já fizeram isso me casando com você – A voz agora tinha a mistura de choro, junto com o rosto molhado e as bochechas vermelhas, logo a

