Eu demorei mais tempo que o necessário na garagem, eu havia ficado o dia todo no galpão e reunido com a turma, mas uma hora eu tinha que voltar para casa, mas eu só queria ficar longe. Um medo me assombra agora, mas, embora ele falava não. Eu não podia ceder, não dava, Charlles não podia tentar isso comigo, era errado. Mesmo ele sendo bom, algo me dizia que s**o estava perto da gente a todo momento. Eu queria fugir a f********o sem estar pronta. Desci do carro e segui do térreo para a portaria do prédio, me aproximei do balcão e olhei para o porteiro, olhei para o crachá e dei um sorriso. - Boa noite, senhor Alan – Eu engoli o nó na minha garganta. - Pode me dizer se chegou algum envelope para mim? Eu não vejo a correspondência. - O senhor Charlles pega aqui quando chega do trabalho

