Deixar ele esfriar a cabeça. I *** – Sabe, Lynn... Eu tenho aqui umas chaves... – ele tira do bolso um chaveiro e o balança algumas vezes. – É da caravana do Jorge. – O olho, em silêncio. – Podíamos ir lá descansar. – Ele dá uma risada pequena. – E ficar numa boa. Acho que o clima ficou um pouco tenso. – Sim... Acho que ficou um pouco pesado. – Suspiro. Começamos a caminhar meio atrapalhados por culpa do álcool. – Vai ser difícil achar o lugar onde ele estacionou. – André dá uma risada simpática, se ladeando. – Ele não vai voltar para a caravana? – me giro para olhá-lo. – Nós deixamos a caravana trancada. Se ele voltar ele fica do lado de fora. Como ele merece. Dou uma risada. – E se ele estiver lá dentro com alguém? – murmuro. – Aí você me ajuda a bater nele. – André coloca uma

