Minhas mãos percorrem seu corpo frio com cuidado. Seguro seu pulso e sinto sua pulsação muito baixa. - Priscila! Toco seu rosto e afasto alguns fios de cabelo do seu rosto. - Por favor! Acorda! Com cuidado passo meus braços por baixo do seu corpo e a trago para o meu colo. Me sento no chão e abraço seu corpo bem forte. - Abre os olhos! Imploro desesperado e tento aquecê-la. Minha vontade é gritar por ajuda até que seus pais me escutem e venham nos socorrer. Mas eu não posso! Prometi a ela que não deixaria eles verem Priscila assim. - Por favor, coração! Não faz isso! Beijo sua cabeça e embalo seu corpo com o meu. Estou tentando não chorar de medo e desespero, mas está impossível. Sei que prometi, também, não me abalar quando ela não estiver bem, ser forte e ao seu lado sempre. - P

