Priscila entra primeiro na casa dela e entro em seguida. Fecho a porta e deixo nossas coisas no canto. Ela está claramente exausta e no seu limite. Fica parada no meio da sala, como se estivesse sem rumo, perdida em seu próprio ambiente. Ando até ela e sem dizer nada, a pego no colo. Seus braços se prendem em torno do meu pescoço e sua cabeça tomba em meu ombro. - O que acha de um banho de banheira? - Acho perfeito! Beija meu pescoço e vou para o seu quarto. Assim que entramos, a coloco na cama sentada e beijo sua cabeça. - Vou encher a banheira. Ando até o banheiro e ligo a água quente com um pouco da água fria. Quando atinge a temperatura ideal, despejo a espuma de banho. Sinto mãos em minhas costas. Me viro e vejo Priscila nua. Suas mãos seguram a barra da minha camiseta e suavemen

