Capítulo 35

1483 Palavras
Dulce: Eu não quero... Disse sentindo o coração acelerar. E só riu. Dimitri: Você não tem opção, gostosa. Vai dar essa b****a pra mim. Não vai querer me desafiar, pode ter certeza. Agora para de falar e tira a roupa. Dulce: Não vou tirar a roupa aqui. Disse acuada. Aquele homem as assustava. Ele riu. Dimitri: Como você quiser. Ele a imprensou na mesa. E dali começou a luta dela, ela o empurrar, mas era mais forte , ela o tentava bater e se soltar, mas ele só ria. Alguns homens assistiam e riam. As outras garotas nada podiam fazer. Belinda tentou ajudar e James a puxou pelo braço. James: Você é próxima. Disse no ouvido dela e Belinda travou. Não queria ter que passar por aquilo de novo. Belinda: Derreck, por favor. Não! Disse com os olhos cheios de lágrimas. James: Não posso fazer nada, Beli. Sabe que cumpro ordens. E o Dimitri, ele é poderoso. O melhor a se fazer não contraria-lo. Os homens que estavam acompanhados subiram com as garotas que queriam e Angel era uma dessas, assim como Jade e Cláudia. Restando Sasha e Belinda no salão. Derreck saiu levando Sasha e Belinda ficou ali, ela se aproximou e o segurou pelo braço. Belinda: Solte-a. Pediu chorando. E Dulce lutava. Ele a olhou. Dimitri: Logo será a sua vez. Fica calminha aí. Belinda: Eu faço o que você quiser, mas não a force. Ela não queria que Dulce passasse por aquilo, não queria que Dulce tivesse seu corpo violado. Só que Dimitri não se importava. Dulce: Belinda.... Disse surpresa. -Não! Sabia que Belinda já tinha passado por aquilo e não queria que ela se sacrificasse desse jeito. Ela já tinha perdido tanta coisa, não era justo. Com nenhuma delas. Dimitri deu um tapa em Belinda que cambaleou. Dimitri: Não me diga o que fazer, vagabunda. Eu quero as duas. No próximo momento Belinda sentiu o puxão de cabelo e o rosto arder. - Você vai ficar caladinha e esperar a sua vez. Não quero sair daqui insatisfeito e acho que o Gastón não quer uma queixa minha não é? E a soltou fazendo a cair no chão, derrotada e humilhada. Dulce partiu para cima dele e o que recebeu foi um tapa no rosto. - Vocês já estão me irritando. Ele disse perdendo a paciência. Com um gesto brusco empurrou Dulce de volta a mesa e puxou o vestido dela o rasgando. Dulce: NÃO! PARA! Gritou em desespero quando se viu só de calcinha na frente dele. Dimitri: CALA A BOCA! Mandou irritado abaixou as calças e a cueca que usava. Belinda reagiu iria jogar a cadeira nele, mas foi impedida por Gastón que com os gritos tinha voltado ao salão principal. Gastón: Nem pense nisso. Disse a arrastando dali e Belinda gritou, queria ajudar Dulce. Os gritos dela ecoaram pelo lugar assustando Anahí. Que chorava no quarto sem saber o que Dulce estava passando. Ela bateu na porta. Iria abri-la e Ninel apareceu. Ninel: Não pode ajudar. Se você descer você será a vítima. Sinto muito. Não podemos ajudar a Dulce. Anahí chorou. Dulce era como uma irmã para ela e não merecia aquilo. Anahí: Eu juro que vou matar esse desgraçado. Ele e o Gastón. Malditos sejam. Pode demorar o que for, mas vou acabar com eles. Disse de um jeito que assustou Ninel. Nunca tinha visto Anahí daquela forma. Ela não era mais uma menina inocente, naquele momento algo dentro dela tinha mudado. Belinda foi trancada e amordaçada por Gastón. Gastón: Agora vê se fica quieta e não me dê trabalho. Disse a trancando no quarto. E ela chorou, chorou por não poder ajudar, por ouvir os gritos de Dulce. Chorou porque sabia que seria a próxima. Dulce tentou, lutou de todas as formas, tentou fugir, o mordeu, o arranhou, mas parecia que aquilo só o deixava com mais vontade e ele a invadiu, de um jeito rude, bruto, para ele era bom, para ela, um pedaço de sua alma que morria ali. Até que não lutou mais, não adiantava mais, sentiu seu corpo ser invadido, ele a penetrava sem dó, fazendo o corpo dela oscilar em cima da mesa, ele apertava os s***s dela e os mordia, com força. Até gozar. Quando ele saiu de dentro dela não estava satisfeito, queria mais. A virou na mesa a deixando de costas para ele. Dimitri: Gostosa, geme para mim vai. Bateu nela. Ela fechou os olhos lutando contra as lágrimas. E ele voltou a invadi-la. - Geme para mim. Aquilo não foi um pedido, mas ela se recusava. Mas ele se movia com tanta força que a machucava, não só fisicamente. Ele a mordeu no pescoço quando gozou pela segunda vez. Quando ele se satisfez a deixou ali. Ele fechava a calça enquanto Dulce parecia estar em estado de choque. Ao ficar sozinha ela desabou. Chorou, sentia seu corpo dolorido e as marcas no seu corpo, não eram nada comparado as marcas em sua alma. Ela se quer conseguia se mexer direito, até ter coragem para sair dali, nua, machucada e humilhada. Anahí se sobressaltou com as batidas na porta e sentiu o aperto no coração ao ver o estado de Dulce. Anahí: Dul.... Dulce: Foi horrível.... Foi o que conseguiu dizer. E Anahí a puxou para um abraço. Anahí: Shii.... Eu...eu sinto muito, irmã. Isso não vai ficar assim. Eu juro que não. Disse chorando junto a ela. Anahí levou Dulce para o banheiro a deu banho, Dulce chegou a esfregar sua pele com força, a machucando, foi quando Anahí tomou a esponja da mão da amiga e a deu banho. Penteou os cabelos dela, a vestiu, a ajudou se deitar e deu uma pílula do dia seguinte, porque Dimitri não tinha usado preservativo. Já que Gaston garantia que todas as suas garotas eram saudáveis. Ninel entrou no quarto e viu que Anahí tinha a cabeça de Dulce em seu colo, enquanto a outra chorava. Ninel: Eu vou ajudar a cuidar da Bel. Anahí assentiu. Dulce: Ela tentou me ajudar, apesar de tudo ela não queria que acontecesse comigo. Anahí: Sinto muito, por vocês. De verdade. Dulce assentiu. Dulce: Eu tentei, eu tentei escapar, me livrar dele, mas não consegui. Me sinto suja, estou com nojo de mim. Anahí: Você não teve culpa, Dulce. Eu não imagino que estava sentindo, mas você não tem que senti nojo de você. Você não merecia isso. Dulce: Eu quero mata-lo. Quero arrancar o coração dele com minhas próprias mãos. Disse fria. Anahí: E você vai, se é isso que quer, você vai. E eu vou te ajudar. Ele vai pagar, amiga. Ele e o maldito do Gastón. Disse também sem emoção nenhuma na voz. E Dulce a olhou. Dulce: Não! Você não vai. Não quero que seja contaminada por esse lugar. Você vai aproveitar o Alfonso, vai garantir sua liberdade com ele e vai sair daqui. Nem que para isso você tenha que descer baixo. Anahí: Dulce. Eu não vou deixar isso ficar assim. Tem ideia do que senti ao ouvir seu gritos e não poder fazer nada? Você é a minha irmã, Droga. E eu não pude te ajudar. Dulce: Essa guerra é minha. Anahí: Não é, é todas nós. Todas que foram enganada, traficadas, violentadas e agredidas. Eu já disse, eu vou te ajudar. Dulce preferiu não falar mais nada. - Eu quero ver esses malditos queimando no inferno. Quando o dia finalmente amanheceu Diana estranhou o comportamento do pai. Diana: O que você tem? Esta diferente. Disse tirando os olhos dos documentos e encarou o pai. Dimitri: Nada querida, só fiz um ótimo negócio. Já decidiu quando vai ser o casamento? Diana: Ainda não. Está um pouco difícil as coisas com o Alfonso ultimamente. Dimitri: Engravide logo, querida. Eu vou adorar ter um neto e assim você sempre terá uma parte do Alfonso com você. Diana: Aí que está o problema, papai. O Alfonso e eu não temos relações já faz um tempo. Dimitri parou o que fazia e encarou a filha. Dimitri: Então é mais grave do que pensei. Quanto tempo que não tem relações? Diana: Fazem meses. Dimitri: Ele tem outra. Disse firme e sério. Diana: Acha que eu não sei? E eu já até imagino quem seja. Dimitri: E você a conhece? Diana: Não. Só o nome. Ele disse uma vez, é Anahí. Mas só preciso de mais tempo para saber exatamente quem é essa mulher. Dimitri: Você sabe que é só falar comigo né? Diana: Eu sei, mas quero que ele e a irmã pensem que me enganam. Até eu descobrir quem é essa mulher. Dimitri: E quando descobrir? Diana: Eu vou esmaga-la. Vou pisar nela com se fosse um inseto e a destruirei, se arrependerá por ter parado na cama do Alfonso. Dimitri: Essa é a minha filha. Vejo que futuramente estará pronta para assumir os negócios da família. Diana sorriu.
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