Capítulo 36

1268 Palavras
Alfonso ficou ali observando Anahí dormir em seus braços. A noite não tinha sido das melhores. Quando ele chegou ao cassino louco de saudades, querendo beija-la, abraça-la, fazer amor com ela, viu o mundo dela quase desabando, não fora preciso muito para perceber que alho de muito errado tinha acontecido. Só foi preciso dizer a ela duas palavras para que ela chorasse e desabafasse com ele, “ Me conta”, e ela contou, disse o que tinha acontecido com a amiga, de como Dulce e Belinda estavam destruídas por dentro e do ódio que sentia daquele lugar e daqueles homens. Ele a puxou para o seu colo e ouviu, cada choro, cada soluço, cada palavra de revolta. E ficou ali até que ela se acalmasse e pegasse no sono. Ele só conseguiu relaxar depois de ver que ela finalmente tinha conseguido dormir e foi então que ele pensou em tudo o que estava acontecendo, precisava fazer o jogo mudar, mas antes precisaria mantê-la segura, não só ela como a irmã e a melhor amiga de Anahí. Mas como fazer isso com ela ali? Precisava quebrar todo o esquema do Gastón, primeiro derrubar o peão e depois o resto. Como um jogo de dominó ele só precisava tirar um peça e os demais cairiam. Anahí acordou e se aconchegou mais no peito de Alfonso, sentindo e ouvindo o coração dele bater. Alfonso: Bom dia, minha safira. Ela sorriu. Adora quando ele a chamava assim. Anahí: Bom dia, bebê. Ela levantou a cabeça e o viu sorrir. - Amo quando sorrir assim. Alfonso: Só você consegue me fazer sorrir assim. Disse acariciando as costas dela. Anahí: Então esse sorriso é só meu? Perguntou boba. Alfonso: Sim, só seu. Ela sorriu e acabou ficando por cima dele. - Como você está? Perguntou agora sério. Anahí: Não quero falar disso, não agora. Disse sentando no quadril dele. Começou a distribuir beijos pelo pescoço e foi descendo até o peito. Alfonso: Annie...amor.... Não faz isso. Pediu começando a ficar e******o. Anahí: O que foi? Não está gostando? Perguntou descendo ainda mais. Ele passava as mãos nas coxas dela. Alfonso: Pelo contrário....mas não acho uma boa ideia. Bom, não quero que force nada. Anahí: Não está. Eu quero. Disse agora o olhando, ela puxou a camisola e jogou em qualquer lugar do quarto. Aquilo era demais para ele resistir. Ela sentada nele apenas de calcinha. Alfonso: Você não era assim, amor. Quer me enlouquecer é? Disse se sentando. Anahí: Está funcionando? Perguntou travessa. Alfonso: Nem imagina o quanto. Disse safado e a jogou na cama ficando por cima dela. Primeiro vieram os beijos no pescoço e depois no colo até chegar aos s***s, fazendo Anahí gemer mais alto. Anahí: Me chupa. Pediu ofegante e ele se surpreendeu, ela sempre fora tímida, não muito de falar durante o sexo e nem pedir coisas como essas. Ele sorriu malicioso, chupando um dos s***s dela, até sugar os m*****s dela. Ela o empurrou pelos ombros e abriu as pernas. - Lá, quero que me chupe lá. Pediu autoritária e ele gostou. Descendo até a i********e dela a segurou pela cintura. Alfonso: Abra bem as pernas pra mim, deixa eu ver essa b*******a. Ela corou. - Quer gozar na minha boca né. Eu vou te chupar inteirinha, e vai gozar tanto que todo mundo vai ouvir você gritar. Ele desceu começou com os beijos suaves, a deixando desesperada e depois a lambeu inteira pra devagar pra mais rapido, primeiro sugando o c******s e depois introduzindo a língua. Anahí gemia sem conseguir se controlar ele a segurava para manter as pernas abertas, enquanto ela se contorcia e gemia. Ela não sabia explicar a sensação que estava sentindo todo seu corpo tremia e pegava fofo, não conseguia para de gemer e nem se controlar ao sentir a língua dele a explorar em cada pedacinho, não sabia se agarrava os lençóis ou os cabelos dele. Anahí: Oohh... Isso.... O puxou pelos cabelos. Sentia todo o corpo ficar tenso e estremecer violentamente, ele a chupou inteira até senti-la gozar na sua boca. Foi impossível resistir ao vê-la chegar ao orgasmo, o rosto afoguentado, cabelos bagunçados. Ele tirou a cueca e se ajeitou entre as pernas dela, a penetrou de uma só vez, Anahí nem conseguia lembrar seu nome ainda se recuperava de uma orgasmo quando o sentiu dentro dela, o abraçando com a pernas o incentivou rebolando levando os dois a loucura. Alfonso se perdeu completamente ao senti-la tão molhada. O ritmo era forte, rápido, ele ia fundo dentro dela, o corpo chegava oscilar na cama, os gemidos eram escutados para quem quisesse ouvir, ela não estava sendo nada silenciosa. Ele tentava calar com beijos, mas m*l conseguia se controlar quando sentia o m****o dele ser apertado por ela. Anahí: Eu...eu...vou... Disse arranhando as costas dele. Alfonso: Vai! Deixa vir, de novo. Disse aumentando ainda mais o ritmo. E a sentiu mais apertada, mais quente. Ela gritou o nome dele, o levando também ao êxtase. - p***a! Você acaba comigo desse jeito. Disse em cima dela. Os dois ofegantes. Anahí: Você que acaba comigo. Reclamou manhosa. - Me deixa louca. Eles riram. Do lado de fora Gastón era torturado com os gemidos dos dois, todas vezes que Alfonso ia, ele ficava sempre por perto o vendo ir embora, e naquele dia em especial, viu que demorava a sair do quarto dela, com isso ficou quase sempre por perto dos quartos, arrumando uma desculpa, mas quando passou e começou a ouvir o barulho da cama, junto com os gemidos, ficou ali se torturando e ouvindo os dois. O pior foi ouvir o grito dela chamando o nome de outro, foi com tanto êxtase, tinha prazer, cansaço, admiração, carinho no tom de voz dela. Ela se deliciava nos braços de outro, sentia prazer com outro. Imaginava as loucuras que Alfonso fazia com ela. Ninel: Deu para escutar atrás das portas agora? Perguntou rindo. Gastón: Não enche. Disse com raiva. Ninel: Deve estar gostando de ouvir os dois. A coisa aí dentro deve estar muito boa, porque, nossa! pelos gemidos. Disse provocando. Gastón: Você não temos nada para fazer não? Ninel: Não, assim como você. Disse rindo. - Sabe que me deu até inveja da Annie? Já acordar assim naqueles braços, tendo orgasmos. Porque olha o Alfonso deve ser uma coisa na cama. Se abanou. Gastón: Ah Cala a sua boca! Disse elevando o tom devido a raiva. E antes que ela pudesse responder os dois escutaram mais gemidos. - c*****o! Esses dois não vão para de trepar não? Disse alto Ninel: Será que a cama vai aguentar? Disparou rindo e Gastón saiu cuspindo fogo. Anahí e Alfonso nem escutavam estavam mais que ocupados, ela agora no colo dele, os movimentos eram mais calmos, mais brando, mas ela queria mais. Anahí: Amor...Disse beijando a boca dele. Alfonso: Hummm.... Disse sentindo Anahí morder sua orelha e quando ditava o ritmo. Anahí: Me promete uma coisa... Agora os dois se encaravam. Ela segurava o rosto dele com as duas mãos. Enquanto as mãos dele, uma estava apertando um dos s***s e a outra na b***a dela. Alfonso: Qualquer coisa. Anahí: Nunca vai deixar ninguém me tocar.... eu quero ser só sua... só quero sentir você dentro de mim. Alfonso: Ninguém vai te tocar, Anahí. Você é minha mulher. Apenas minha. Não vou permitir que nenhum outro homem tenha você. Ela sorriu. Anahí: Eu te amo. Alfonso: Eu também te amo. Disse a jogando na cama de novo e ficando por cima. Os movimentos foram ficando mais rápidos até que eles atingissem o clímax mais uma vez.
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