O beijo ficou intenso e desesperado cheio de movimentos. Eles não perceberam como, mas já estavam na cama, as roupas foram tiradas com pressa. Ele queria fazer aquilo durar, nas estava louco para estar dentro dela outra vez, não sabia se iria aguentar esperar demais. E o mesmo acontecia com ela, não queria ter que esperar, sentiu uma falta absurda dele.
Anahí: Eu quero você...Agora. Pediu ofegante pelos beijos que ele dava no seu pescoço e a forma como os dedos dele trabalhavam nos seus m*****s.
Alfonso: Depois a gente faz mais devagar. Disse sentindo a mesma necessidade que ela. Ele deslizou os dedos dentro dela a testando.
Anahí: Poncho.... Gemeu sentindo o corpo quente demais.
Alfonso: Prontinha para eu meter meu p*u em você. Disse sacana.
Anahí: Então me mete logo. Disse quase em desespero. Estava angustiada só com os dedos dele dentro dela e o polegar esfregando seu c******s. Aquilo era tortura. Ele tirou os dedos apenas para abrir ainda mais as pernas dela e se por entre elas.
Alfonso: Depois eu vou provar você. Disse safado. Quando ele estocou de uma vez, os dois gemeram. Aquela sensação de estarem unidos de novo era muito mais que carnal. - Está mais gostosa do que eu me lembrava. Disse ofegante. Ela rebolou quase como incentivo para que ele se movesse. Quando ele voltou a beija-la e se mover não só uma como várias vezes. Ela enlaçou as pernas na cintura dele, o deixando ir ainda mais fundo.
Anahí: Ah...vai...Poncho...mais... Pediu em êxtase. Pelos dias sem sexo ambos estavam mais sensíveis na sensação. No contato.
Ele deu tudo de si por ela. Os movimentos foram rápidos e certeiros. E quando ela o apertou foi impossível para ele se segurar. Ela gozou e o orgasmo dela trouxe o dele.
Alfonso: Você é minha perdição. Disse com a cabeça apoiada no ombro dela. Os dois ainda se recuperavam.
Anahí: Eu senti sua falta. Senti falta de tudo. Confessou fazendo um carinho nas costas dele.
Alfonso: Eu também. Eu precisava tanto de você. Na verdade, eu ainda preciso. Eles se encaravam por uns instantes.
Anahí: Eu não quero ficar longe de você de novo. De tudo isso que aconteceu comigo, você foi a melhor coisas. E eu não suportaria te perder. Disse segurando o rosto dele.
Alfonso: Eu..te amo. Dizer aquilo para ela foi a maior certeza que ele teve em sua vida. - É louco, como tudo aconteceu no início eu só queria te ajudar, mas não consegui ficar longe, não consegui não desejar você. Eu te quis desde o momento que coloquei meus olhos em você. Você sempre teve algo que me fascina. Ela sorriu emocionada.
Anahí: Eu senti o mesmo. Desde a primeira noite que me entreguei a você. No fundo sempre foi de corpo e alma.
Alfonso: Apesar de tudo nesse lugar ser horrível, ele me deu você. E eu quero que seja pra sempre. Você não é uma pessoa passageira na minha vida. Eu quero que saiba disso. Que te quero para dividir tudo comigo. Não importa de onde veio e nem onde nos conhecemos. Eu quero você. Ei, não chora, amor. Disse secando as lágrimas dela.
Anahí: Eu estou chorando de emoção, de felicidade. Eu sempre me achei pouco para você, ainda mais pela forma como nós conhecemos, mas ouvir isso...eu sei que já deve ter tido muitas mulheres, mulheres mais bonitas e ricas e eu não tenho nada a oferecer, mas eu quero que saiba que te amo, é o que tenho que mais bonito e valioso para te dar, se você quiser...
Alfonso: Sim, eu estive com muitas mulheres, mas nunca significaram nada para mim. Nunca despertaram esse sentimento dentro de mim. E você tem muito a me oferecer, mais do que qualquer uma delas. Você é doce, é linda, generosa, e que apesar de tudo que está acontecendo não perdeu as esperanças, não deixou de sonhar e nem perdeu a sua essência.
Anahí: Eu nunca pensei que fosse me apaixonar desse jeito.
Alfonso: Eu fazer de tudo para te tirar daqui. Nós vamos ter uma vida juntos.
Anahí: É o que mais quero. Quero ter tudo com você. Ser absolutamente sua. Ele sorriu.
Alfonso: Você já é minha. E sempre vai ser. Ele a beijou.
E apesar das declarações que eles tinham feito, as horas de sexo que veio depois foi rápido, sujo, pegado e sacana. Por várias vezes ela se perdeu nas sacanagens que ele dizia em seu ouvido. Ora com ele por cima ora com ela comandando. Só pararam com o corpo estava exausto. Ele ainda ficou observando ela dormir e sorrindo. Mas com o momento, com o desejo, com a pressa ele nem percebeu como as mãos delas estavam com calos e até cortes, não gostou do que viu. Menos ainda de alguns vermelhos nos pulsos, e aquilo não foi obra dele, ele sabia exatamente onde tinha marcado no corpo dela. E não gostou de ver que ela tinha machucados, até o joelho está um pouco ralado. Ele iria perguntar assim que ela acordasse o que estava acontecendo. E ai dela se mentisse e pior ainda se Gastón tivesse envolvimento nisso.
Quando Anahí acordou já era tarde, ela percebeu isso assim que olhou para o pequeno relógio que tinha em seu quarto, já eram quase 11horas da manhã, se espantou como tinha dormido muito, mas também além de estar cansada pelo trabalho que vinha fazendo e pela noite de muito sexo já era de se esperar. Ela percebeu que pela hora Alfonso já teria ido embora e suspirou, queria o ter visto sair, mas sua surpresa foi ve-lo sair do banheiro apenas com uma toalha na cintura.
Alfonso: Bom dia, amor. Disse sorrindo.
Anahí: Eu pensei que já tinha ido embora. Disse surpresa, mas ao mesmo tempo feliz.
Alfonso: Está me expulsando? Brincou.
Anahí: Não, claro que não. Sabe que por mim você ficaria aqui o dia todo comigo. Disse se sentando e prendeu o lençol na altura do b***o.
Alfonso: Não sei para que isso, já vi tudo mesmo. Disse safado.
Anahí: Poncho! Assim me deixa sem graça.
Alfonso: Não precisa ficar assim comigo. Você sabe.
Anahí: Eu sei. Ainda estou me acostumando a ser íntima de alguém.
Alfonso: Amor, eu já fiz coisas bem piores que olhar. Deixa de besteira. Ela riu em negação, mas ele tinha razão por isso ela se levantou da cama, ele apreciou a visão dela nua. Antes que ela pegasse a camisola ele estendeu o roupão. - Eu pedi para trazerem o nosso café, na verdade a Ninel preparou a bandeja e eu fui pegar. Anahí olhou a bandeja e sorriu.
Anahí: Você não existe, sabia? Estou morta de fome.
Alfonso: Eu imaginei depois de tanta atividade físicas que fizemos ontem.
Anahí: Eu pensei que teria que trabalhar. Disse enquanto o via se sentar na cadeira, e ajeitava a bandeja em cima da pequena mesa que tinha no quarto dela.
Alfonso: Hoje é a Mai quem toma conta de tudo. E eu queria ver você acordar e conversa com você. Vem cá. Disse a acomodando no seu colo. Enquanto ele se servia de café preto, ela ficou no suco mesmo.
Anahí: Hummm... Isso está uma delícia. Disse comendo um pedaço de bolo ele sorriu pela carinha feliz dela.
Alfonso: É você quem está morta de fome. Eles riram. - Eu queria te perguntar uma coisa.
Anahí: Pode falar. Disse voltando sua atenção para bandeja de café da manhã.
Alfonso: Na empolgação eu acabei não percebendo, mas depois quando você dormir eu vi que está com alguns machucados, sua mão tem alguns cortes, joelhos ralados. O que aconteceu na minha ausência? Perguntou agora sério. E sentiu Anahí ficar rígida e tensa. - Não quero mentiras, Anahí. Você sabe que eu vou descobrir de qualquer jeito. Foi o desgraçado do Gastón? Ou alguém a mando dele? Ela respirou fundo.
Anahí: Fica calmo, nenhum deles me tocou. É que durante esse tempo ele tem me mandado fazer faxina, limpar todo o cassino.
Alfonso: COMO É QUE É? Perguntou enfurecido. E a fez sair do seu colo. - Eu vou agora mesmo acabar com esse infeliz, você não é a faxineira dele. Ela o segurou.
Anahí: Amor, não! Por favor. Sem confusões.
Alfonso: Anahí, eu não vou deixar que ele faça isso com você. É absurdo, Olha o tamanho dessa merda? É enorme só para você limpar.
Anahí: Eu sei, mas prefiro assim. Pelo menos desse jeito ele não toca em mim, se mantém longe. Sem contar que as outras meninas já estavam com raiva de mim por eu não fazer nada. Deixa para lá.
Alfonso: Não me pede uma coisa dessa.
Anahí: Poncho, por favor. Se você for lá ele vai descontar em mim a sua briga com ele. Foi por isso que ele me deu esses trabalhos de faxina. Eu não sei o que você disse a ele da última vez que esteve aqui, mas o deixou furioso. Sem contar a minha família. Eu tenho um irmão de 7 anos. Não quero que aconteça nada com ele por minha culpa. Disse chorando. Aquilo o desarmou. Ele tentou respirar fundo.
Alfonso: Tudo bem, não vou falar nada, por enquanto. Disse a abraçando. Ele não deixaria aquilo barato, mas pensaria antes de agir, não queria que ela trabalhasse daquela forma exploratória, mas não poderia agir sem pensar. Ela tinha razão em uma coisa, Gaston descontaria nela toda raiva que estivesse sentindo. Mas que ele não ia deixar barato aquilo era mais que claro. Gastón pagaria.
Cedo ou tarde ele pagaria.