Capítulo 31

1326 Palavras
O que Anahí não podeira imaginar era que no Brasil sua mãe estaria inconformada com a carta que havia recebido da filha ( Carta que Gaston a forçou escrever) Tisha se recusava a acredita que a filha falaria de onde fora seu lar por tanto tempo com tanto desprezo e vergonha, ela tinha certeza que dera a melhor educação a Anahí e Arthur e agora a filha mais velha fazia isso. O caçula de aproximou ao ver a mãe chorando. Arthur: Mamãe, não chora. Disse vendo a mãe com a carta na mão. Tisha: Não se preocupa, filho. Arthur: Está com saudade da Any né? Tisha assentiu - Eu também, ela não vai ligar para gente, mamãe? Perguntou sentido. Tisha: Não sei, meu amor. Ela deve estar muito ocupada. Quando tiver um tempinho ela vai ligar. Era a esperança que ela tinha, que a filha um dia ligaria ou que voltaria. Arthur: Poxa! Minha irmã vai ficar muito famosa. Disse com inocência de criança. Tisha: Vai sim, ela está realizando o sonho dela. Vem cá. Disse pegando o filho no colo - A sua irmã nos ama muito e foi em busca de uma vida melhor, mas ela vai voltar. Disse se apegando aquilo. O menino assentiu. O que nenhum deles sabiam é que a filha estava longe de realizar o sonho das passarelas. Como Gastón tinha um grande esquema de tráfico de mulheres ele quase nunca deixava rastros por isso as famílias quase nunca desconfiavam e quando as famílias começavam a dar trabalho ou ele eliminava ou obrigava as meninas a serem cruéis com seus familiares. Alfonso seguiu sua rotina pensativo, muito além do esperado ou de costume. Ele agora se dedicava muito ao trabalho, era o que restava, mas quando Maite entrou na sala do irmão o viu sorrir bobo olhando para o papel, ela já até imaginava o que era desde do dia que Ucker entregou a carta de Anahí, ele viva carregando para todos os cantos que ia. E ela mesmo nem podia se aproximar, ele não deixava ninguém ler, mas ele estava distraído demais para notar a presença da irmã. E ela conseguiu ler uma parte ao se aproximar dele. Também sinto sua falta, todos os dias, horas, minutos, segundo. Os dias passam sem sentido e a minha vida segue sem rumo sem você aqui comigo. Maite: UAU! Exclamou ao ver o Anahí escreverá. Ele se assustou. Alfonso: Maite! Disse dobrando a carta. Maite: Ok, não devia ter lido, mas a curiosidade foi maior. Alfonso: Você é uma encherida. Maite: Não precisa ficar nervosinho, não vou a ninguém que você fica suspirando pelos cantos com essa carta. Ninguém vai saber que Alfonso Herrera está de quatro. Alfonso: Tem o cheiro dela. Confessou. Maite: Que? Perguntou sem entender. Alfonso: Quando escrevi para ela disse que sentia falta de tudo nela, ela mandou uma amostra com o perfume dela. Maite: Sério? Disse sem acreditar. Alfonso: Sim, as vezes quando a Diana não está eu o pego e fico sentindo o cheiro dela, não é a mesma coisa, não é só o perfume, é ela, a essência dela, entende? Mas já ajuda. Riu da próprio desgraçada. Maite: Eu não sei se eu rio ou se eu me derreto com essas coisas de vocês. Tem uma foto dela? Alfonso: Mai, não vou te mostrar. Negou logo. Maite: Você tem! Cretino, lógico que tem. Disse mais para si própria do que para ele. - Me mostra. Alfonso: Não. Maite: Vai, irmão. Me mostra. Deixa eu conhecer essa mulher que conseguiu fisgar o meu irmão. Alfonso: Eu já disse que não. Disse, mas sabia que a irmã não pararia até ver uma foto de Anahí. Maite: O que custa? Sabe que não vou contar nem falar nada a ninguém. Ela bufou. - Eu só quero conhecer minha cunhada. Disse apelando. Alfonso: Não vai me deixar em paz né? Maite: Nem um pouco. Disse meiga. Alfonso: Está bem. Bufou pegando o celular e abrindo a galeria de foto. Ele escolheu uma foto de quando Anahí desceu pela primeira vez no salão, no mesmo dia que ele deu o colar com safira. Maite olhou a foto e ficou em silêncio por alguns instantes. E Alfonso esperou impaciente. Maite: Poncho, meu irmão, finalmente você arrumou algum que preste. Não aquelas horrosas com quem você saia. Alfinetou rindo. Alfonso: Vá a merda, Maite. Me devolve. Disse pedindo o celular. Maite: Ela é linda, Poncho. Que olhos são esses? Me deu até inveja, pelo menos meus sobrinhos ou terão olhos esverdeados ou azuis. Alfonso: Maite, me devolve. Pediu sem paciência. Maite: Hum...ela tem um corpão. Disse passando as fotos. Alfonso: Maite, me.debolve.agora. Disse se levantando e Maite Saiu correndo com o celular dele na mão. Maite: O que foi? Tem nudes aqui. Alfonso: É íntimo, Maite. Me devolve. Disse tentando pegar o celular. Maite: Ah! Tem fotos de vocês na cama? Ah quero ver. Alfonso: MERDA, MAITE. ME DA ISSO LOGO. Maite: Ficou nervoso! Disse devolvendo o celular. Alfonso: Você é insuportável as vezes. Ela riu. Maite: Te digo o mesmo. Poncho? Alfonso: O que foi agora? Se virou para encara-la. Maite: Ela é muito bonita, espero que dê tudo certo para vocês. Você sabe que torço muito por você e vou te ajudar a ficar com ela. Disse séria agora. Alfonso: Eu vou dar um jeito, Mai. Mas não quero você no meio disso. Disse sentindo a sinceridade da irmã. Maite: Eu já estou no meio de tudo isso, Poncho. Principalmente porque você se apaixonou por ela, e eu vou fazer de tudo para te ajudar. Alfonso: Eu só tenho medo de você se envolver nessa merda toda. Não posso perder você também. Maite: Você não vai. Nós vamos dar um jeito. Alfonso: Eu vou começar primeiro tirando a Diana do meu enlaço e o Dimitri do meu caminho. Maite: E por que não né conta o que eles têm contra você. Perguntou direto. Alfonso: Por que acha que eles têm algo contra mim? Perguntou nervoso. Maite: Por que você nunca teve nada sério com a Diana, muito m*l duas transas e depois apareceu com ela como namorada e esse noivado doido, é óbvio que não quer estar com ela. Então o que faz estar com alguém contra vontade sem ter alguma coisa por trás? Alfonso: Não posso te contar, Mai. Maite: Sabe que vou dar meu jeito de descobri não é? Eu já cheguei muito longe para desistir agora. Ele respirou fundo. Alfonso: Você é teimosa, eu sei disso. Mas não estamos falando de um homem qualquer Maite, estamos lidando com um homem que não está para brincadeiras. Maite: Disse eu já sei, Poncho. Não sou tão ingénua para pensar que o Dimitri é só um homem sério. Alfonso: E não é, ele é perigoso. Ele é um mafioso, Maite. Confessou Maite: O que? Perguntou assustada. Nunca imaginaria que o negócio foi tão sério assim. Alfonso: Estou sendo chateageado pelo chefe de uma máfia. Entende porque não posso agir impulsivamente? Se quero minha liberdade de volta preciso agir calmamente para derrubar meus inimigos, não só ele, como o Gaston também, acha que é fácil derrubar um esquema de tráfico de mulheres e sair ileso disso? Preciso pensar no que vou fazer. Maite: Eu...eu nem o que dizer. Como você se envolveu com essa gente, Poncho? Alfonso: Linha história. Maite: Se você se meteu nessa, eu vou te ajudar. Mas tem que me contar tudo. Alfonso: Não sei sei é uma boa ideia. Maite: Eu sou tua irmã, e estou com você para tudo. Uma ajudando o outro, desde que a mamãe morreu, lembra? E duas cabeças pensam melhor que uma. Alfonso: Tudo bem, mas não envolva o Mané nisso. Não quero mais uma pessoa sob a mira deles. Ela pensou um pouco, nunca teve segredos com o noivo e seria difícil esconder aquilo de Mane, mas sabia que seria melhor assim, não correria riscos. Maite: Tudo bem! Cabeças vão rolar!!!!
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