Semanas depois, o dia havia chegado. Elisa estava em trabalho de parto há doze horas. Doze horas de dor, de respirações interrompidas, de mãos apertadas, de medo e de uma esperança que não ousava pronunciar em voz alta. Kael não se separou dela nem por um segundo. Nem para beber água. Nem para sentar. Nem mesmo para respirar de verdade. Cada contração o tensionava também, como se o seu corpo quisesse absorver o impacto por ela, protegê-la até mesmo daquilo que ninguém podia deter. — Elisa, olhe para mim. Ele sussurrou quando outra contração a fez arquear-se. — Você está fazendo um ótimo trabalho, meu amor. Já falta pouco. Ela neg*ou com a cabeça, ofegante, suando, sentindo que o mundo estava desmoronando. Isso era realmente doloroso. — Não posso, não... A sua voz era um fio tão frág
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