Saymon ainda estava de pé quando o dildo caiu no chão com um estalo abafado. O som ecoou entre eles como um pacto silencioso — não havia mais volta. A partir daquele instante, tudo mudava. Tudo se tornava real. Ele ergueu os olhos para Claire, que tremia diante dele, os olhos semicerrados, os lábios inchados e entreabertos, o corpo ainda pulsando com resquícios do prazer contido. Cada movimento dela era uma confissão. Cada respiração, um convite. Saymon observou-a por alguns segundos, como quem admira uma obra rara antes de possuí-la por inteiro. Com um gesto calculado, deslizou as mãos até as alças finas e quase invisíveis do sutiã rendado que ainda cobria seus s***s. A peça parecia frágil demais para resistir ao toque dele — e não resistiu. Em um movimento firme, ele abriu o fecho e a

