XLII - JULIANA

1045 Palavras

Acordei com um braço pesando sobre mim. Sorri, porque não era sonho, ele estava aqui na minha casa, no meu quarto e, mais precisamente, na minha cama. O que mais eu podia querer? Muitas coisas, eu sei, sempre quero mais…mas por ora estava ótimo!  Eu precisava levantar, afinal eu ainda tinha um chefe para prestar contas. Porém, foi só eu esboçar me afastar para eu sentir aquele braço se mover e me levar de volta para perto dele. Eu ri. ― Bom dia! ― Bom dia, fujona! ― ele disse com a voz sonolenta, me deu um beijo no ombro e eu ri.  ― Eu preciso… você sabe. ― falei rindo. ― Banheiro? Não demore. ― ele disse e me soltou, e eu levantei rindo. Já vi que eu iria rir o dia todo.  Quando passei pelo corredor rumo ao banheiro, notei que ele tinha recolhido a roupa que havíamos deixado no chão

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