Ela deu um grito e bateu a porta na minha cara. A cena era hilária e eu não consegui me conter. ― Ah, meu Deus! Ah, meu Deus! ― ouvi Juliana resmungando atrás da porta. ― Você precisa de ajuda? ― eu disse tentando conter o riso sem muito sucesso. ― Eu vou m***r o Márcio! ― ela esbravejou. ― Não faça isso com o rapaz, ele não tem culpa. ― O que você quer? ― ela falou brava. ― Falar com você, já que você anda me evitando por telefone. ― É porque eu não quero falar com você. Ah, meu Deus… ― Por que será que eu duvido disso? Será que tem um vaso com rosas na sua sala? ― ouvi passos pesados se distanciando da porta e depois de um tempo a voz dela voltou a ficar próxima a porta. ― Não tem vaso nenhum aqui. ― ela falou cheia de convicções e eu ri. ― Você tem certeza que quer contin

