XXXVI - JULIANA

1105 Palavras

De Ipanema para minha casa não era tão longe, por isso não demoramos muito para chegar. Mesmo tendo tomado café, eu sentia que não estava cem por cento livre do efeito do vinho. Por obra do acaso do destino tinha uma vaga quase em frente ao meu prédio quando chegamos. Acreditei que aquilo fosse uma sorte imensa, mas mudei de ideia quando ele desceu do carro. Eu definitivamente não estava raciocinando direito. Ele foi rápido, desligou o carro e saiu sem dizer nada. Eu fiquei feito uma pateta olhando ele passar na frente do carro e abrir a minha porta. ― Eu te ajudo. ― ele falou e me estendeu a mão. Eu fiquei olhando para ele enquanto decidia o que fazer. ― Eu estou bem, obrigada! ― eu disse me apoiando na mão dele enquanto saia do carro. ― Vem, eu vou te levar em casa. ― Não precisa

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