Capítulo Quarenta e Dois — Gregório (Grego)

1526 Palavras

Antes de chegar na esquina, recebi a ligação da Rebeca, muito estranho, um presente exalando m*l cheiro, peço para que não abra, pois não sabemos o que vamos encontrar dentro, mas uma coisa é certa, explosivos, não são, porque se fosse, não estaria fedendo. — Cadê a caixa? Ela me mostra a bendita no chão, é notório que não existe algo bom ali dentro, está sendo rodeada por moscas, isso não está com cara de ser um presente. — Não tive coragem de abrir, estou com medo, Grego, olha como as moscas estão, ao redor da caixa. Muito difícil da palpite em algo, que não estamos conseguindo ver, mas arriscaria dizer, que é algum bicho morto, por causa do odor e dos insetos, que não saem de perto da caixa. — Não vamos, acionei os nossos amigos, comentei que acabamos de sair de uma investigação

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