Capítulo 180 Rampa

1334 Palavras

Rampa Narrando Mano... era pra ser só mais um bailão sinistro, daquele jeitão que a gente gosta: batidão estralando, mina rebolando, cria na contenção, geral curtindo. Mas não... sempre tem que ter um filho da putä e uma desgraçada tipo a Daniele pra tentar f***r o rolê da gente. Tive que largar minha gostosa, aquela que me desmonta no olhar, pra colar com o Natan e o Chinelo no asfalto. Missão é missão, né não? E eu não brinco em serviço. Levei só os cria mais alinhado, armado até o dente, porque se desse r**m, a gente já ia meter o pé na porta. Chegamos no baile daquele modelo: na responsa, visão ampla, e sangue nos zóio. Logo que a mina gritou lá de cima, mano, já vi na cara dela que era mandada. Não engana cria antigo. Essas pütäs do asfalto vem com o mesmo papo, achando que a favel

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