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PARADISE

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intro-logo
Sinopse

Um anjo caído do céu, precisa de suas asas para poder voar.

Eu estava tentando, tentando ser o que todos esperavam que eu fosse, no entanto, minha sede pelo proibido era como um doce veneno escorrendo pelos meus lábios, e quando me dei conta o pecado já tinha me sufocado e eu pairava entre obedecer os desejos da minha carne ou continuar fazendo o que eu faço de melhor, fingindo ser uma boa garota.

Mas até que ponto uma boa garota consegue se manter no paraíso e resistir à tentação?

Foi quando os malditos olhos cinzentos cruzaram o meu caminho, me fazendo pensar que o que era certo pra mim já não passava de mais pura ilusão, fazendo com que todas as minhas certezas virassem dúvidas, foi quando eu provei o sabor do seu pecado e me deixei ser envenenada por ele, eu tive a certeza, a plena convicção que foi essa mesma sensação que Eva sentiu ao comer o fruto proibido, no paraíso.

© Todos os direitos reservados.

Plágio é crime.

+ 18 - CONTÉM HOT

⚠️ ROMANCE DARK

POSTAGENS TODAS AS QUARTAS E SEXTAS MEIO DIA.

#escritoreslendarios

Estética por @grazielamfelix 🤍

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Não me diga que é inocente
Todo poder do mundo não pode mudar o destino. The Godfather Uma famosa citação do famoso The Godfather para dar inicio uma história que vai contra a supremacia de toda a baboseira entre o que se é santo e pecador, errado e certo, calmo e insano. Um amor fora da lei, arriscado e perigoso na mesma intensidade. Você deve estar se perguntando o que isso tem a ver com essa história nada convencional? Eu te entendo, e te respondo da maneira mais simples possível: O amor veio para mim em forma de caos. Eu tinha feito uma promessa, tinha jurado a mim mesma que o culpado por isso pagaria com a própria alma. Hoje foi um grande dia, o dia que eu esperei durante toda a droga que eu chamo de vida. Esperei tanto por isso, por esse momento, esperei por cada segundo dele, por cada minuto que integrava as vinte quatro horas desse glorioso dia. Eu matei um cara. E não... Eu não me arrependo disso, não me arrependo de ter sentido a sensação mais prazerosa e delirante de toda a minha vida, de ter tido o privilégio em ver o sangue dele derramado. Sou Angeline, mais conhecida como Lailah, meu primeiro nome. Sou para alguns a garota problemática que nunca se endireitará, aquela que faz o terror de todas as freiras do Reformatório Religioso de Santa Virgem, onde fui trancafiada aos sete anos de idade, por já ter desvios grotescos de caráter. Sou a pessoa que na maioria das vezes é engolida pelos desejos e para a grande parte dos julgadores, todos esses traços errôneos de personalidade eram resumidos basicamente na minha dificuldade de lidar com o poder que a minha família tem. Ninguém seria capaz de mexer com alguém da família dos maiores investigadores criminais da América Latina, não é mesmo? Nasci enfiada dentro da escrotidão do poder, isso tinha um peso e tanto. Fazer jus à nobreza da minha família era uma coisa que eu não pedi para fazer e sinceramente, eu não fazia nenhuma questão de ser a garota certinha que andava na linha, mas eu tinha uma certeza, uma única certeza na vida, eu precisava ser um anjo, porque essa era a minha única opção para poder sobreviver no meio ao inferno. O que uma agente da lei com o renome que ela tinha diria aos seus amigos da alta classe, que tem uma filha desajuizada que não consegue passar muito tempo sem se meter em problemas? Contudo, ser filha de Helena Crosse ainda tinha seus benefícios, acredite, o meu era ter os privilégios de ficar sozinha a maior parte do tempo, levar uma vida de adulta com total liberdade em plenos dezessete anos, pelo simples fato de não ser digna da atenção de uma pessoa tão atarefada. Minha mãe não tinha tempo pra mim e para todos os problemas que me acompanhavam. Fim. A história poderia terminar aqui, antes de chegar no trágico fim, para mim estaria tudo bem, eu sairia ilesa de todos os meus pecados que me levaram à ruina, isso é fato! Mas como já dizia o grande mafioso do filme... Não diga que é inocente, isso pode ofender a inteligência de alguém. Eu estava no lugar onde sabia que podia ter o desprazer de encontrá-lo, no meu quarto. Tentei roubar mais cedo a arma de uso pessoal da minha mãe, mas seria muita burrice para uma pessoa só, modéstia parte, de inteligência e crimes premeditados eu entendo muito bem. No fundo, eu não queria acreditar, mas sabia que ele seria capaz de fazer isso. E ele ia... O vento frio batia nas minhas pernas descobertas pelo cobertor, o ambiente estava com as luzes apagadas, assim como o meu eu interior. Meu estômago embrulhou quando escutei a chave da porta da sala girar, meu quarto estava aberto, eu estava em seu aguardo. Precisava ser ágil na minha linha de raciocínio. A possibilidade de precisar adiar meu plano mirabolante para depois, não existia, eu não me permitiria isso, matá-lo tinha se tornado a minha nova missão de vida e mesmo que eu fosse ser engolida pelo problema logo depois de me libertar da sensação sufocante que era viver aprisionada ao passado, eu daria um fim nisso. É poucas vezes que a sorte anda comigo e pensando pelo lado bom, tudo conspirava para que hoje fosse determinado o fim do meu pesadelo. Suas mãos rodaram a maçaneta da forma mais silenciosa possível, tão sutil, que nem eu mesma fui capaz de escutar, mas eu sabia, pela sua energia repelente a minha, que o mau estava ali. Seus olhos acharam os meus, neles havia um brilho de surpresa e confusão, mas por trás daquele brilho, eu ainda conseguia ver sua alma suja. Ele veio ao meu encontro. Seu corpo subiu no colchão em que eu estava deitada, um sorriso asqueroso se esgueirou pelos seus lábios. — Eu esperava por isso. — admiti. — Esperava, é? — sua voz tinha o poder de causar nauseas. — Pelo o que? O quão maldosa eu sou por deixar um sorrisinho vitorioso e cheio de prazer escapasse dos meus lábios nesse momento? — Pela morte. Em um gesto rápido, agarrei a faca que eu tinha pegado na cozinha mais cedo, o objeto pontiagudo deveria ter uns 20 centímetros e foi fabricada para fazer um grande estrago em qualquer pedaço de carne, agora nesse momento, eu quero usa-la para destruir o que me destruiu. Depois dele ver aquilo apontado para o seu rosto, ele tentou correr, mas como eu disse, esse momento não passaria batido tão fácil assim. Fui ainda mais ágil e troquei de posição com ele, o deixando por baixo do meu corpo, com as minhas duas coxas em volta das suas. — Pela sua morte! — para ser mais específica. Então eu fiz o que precisava ser feito. Fiz a cena de terror mais macabra que já pude ver ao vivo. Nivelei meus olhos aos seus, antes do seu último suspiro, e olhei para o fundo do medo que eles gritavam. Eu ouvi também seu urro de dor com as... sei lá, trinta perfurações? Como eu disse, eu esperava por isso, mas não esperava por nenhuma explicação, eu não esperava por uma luz no fim do túnel, eu não esperava ser uma heroína, até porque que as feridas na minha mente e em meu corpo nunca teriam uma salvação. Agora nem mesmo minha alma. Eu estava decidida. E não me arrependo. Principalmente depois de ouvir uma risada maquiavélica escapar dele, foi então que cravei a faca no mais fundo do seu peito, e quando seus olhos congelaram abertos, sinto a realidade me golpear, o baque dela tem o peso de uma tonelada. Será mesmo que eu queria entender que merda eu estava fazendo? Ou finalmente sentir a paz de ter feito justiça com as próprias mãos? Se eu morresse agora, morreria realizada. Eu mergulhei no veneno da vingança. Dou passadas para trás, observando melhor a cena macabra. O odor de sangue invadiu minhas narinas, a forma como líquido escorre no corpo daquele maldito estirado no meu colchão me fazem ter a sensação contraria da que eu previ ter, no momento eu só quero sair correndo. É um pesadelo. Eu sei, isso era péssimo. Mas que se f**a. Nós estamos constantemente à procura de conquistar aquilo que imaginamos nos dar a tão graciosa paz, mas quando conseguimos, nos questionamos se era que resolveria tudo. E para mim tudo estava resolvido, até escutar a voz, aquela voz, a voz que me daria todas as dúvidas possíveis e mudaria todo o percurso da minha vida. — Anjo? Foi nesse dia, nesse glorioso dia, que eu provei do veneno do próprio d***o, e descobri que o inferno pode ser um lugar aconchegante e digno de sensações particulares que só uma grande paixão pode te trazer. Olá! Esse foi o prólogo da minha primeira história aqui na DREAME. Confesso que tem muita coisa para ser melhorada, mas... eu queria muito a opinião de vocês e, pedir que por favor, não me abandonem. Esse é só o começo de muita baixaria ??

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