Capítulo 5

3040 Palavras
Isadora Narrando Era só o que me faltava, eu juro que eu não estava acreditando que iria mesmo fazer isso. Minha cara esquentou quando o L7 começou a cantar, tudo bem que era uma das minhas músicas favoritas. L7: Ela tem o mundo na mão mas me chama de vida Tem amor de sobra, linda, divida Minha vida é um eterno freestyle, tu nunca vai me ver na onda Meu desejo é viajar pra Bali, qual o teu? Me conta! Todo mundo estava me olhando, eu tinha virado o centro das atrações do baile. Eu senti que todos os olhares se voltaram para trás de mim, eu relutei muito antes de me virar e ter a certeza de que o Davi estava ali. Dito e feito, lá estava ele com um buquê de flores nas mãos. Eu deveria me derreter toda, sim, ele estava tão lindo. Mas, eu não iria facilitar as coisas pra ele. Não depois de pegar ele quase comendo a p*****a da ex dele. Antes mesmo dele se aproximar, eu fui em sua direção. Ele sorriu achando que eu iria cair nos braços, o meu lado emotivo até tentou me puxar pra fazer isso, mas o meu pior lado não, ele me fez desviar dele indo em direção as escadas, eu ouvi meu pai me chamando, mas continuei descendo sem olhar para trás. Mas eu desci as escadas, eu precisava sair daquela quadra, eu precisava respirar. — Que ódio...– parei em uma rua depois da quadra.— Ele achou mesmo, que eu ia cair nos braços...– eu estava em uma luta interna comigo mesmo que nem percebi que ele estava me observando. — Isadora...– olhei em sua direção, ele desceu da moto.— Vamos conversar, minha Rapunzel... — Não se aproxime de mim, Davi.– ele não me ouviu e veio em minha direção.— O que passou pela sua cabeça, armando aquele circo todo ?– ele ainda estava segurando o buquê em suas mãos. — Achei que fosse gostar, você sempre gostou dessas coisas românticas.– eu neguei com a cabeça.— Você sempre me contou sobre a história do noivado dos seus pais.– eu joguei a cabeça pra trás rindo. — Eu sempre te contei isso, porque eu acho lindo a forma de amor dos meus pais, mas porque eu queria que você fizesse isso por mim. — Desculpa amor, eu só quero fazer as pazes com você, eu.. eu até falei com o patrão. — Pelo menos algo de bom saiu da merda que você fez, devemos ver pelo lado positivo então.– coloquei a mão no queixo.— Então, o fato de você ter me traindo, e devemos lembrar, que somente por esse fato, você enfim tomou coragem de falar com o meu pai.– bateu palma ironicamente o aplaudindo pela coragem. — Eu esqueci o quanto você é parecida com o seu pai quando está com raiva.– ele riu negando.— Mas, se eu te falar, que é exatamente por isso eu te amo, você vai acreditar em mim?! — Então você me ama, porque eu sou parecida com o meu pai?!- erguei uma das sobrancelhas.— Isso é tão estranho.– fiz uma careta e ele riu. — Não, é porque eu não gosto de mulher que se impressiona com qualquer coisinha romântica que o cara faça.– ele se aproximou se aproximou de mim me encurralando na parede.— Eu sei que por trás dessa raiva toda, você ficou feliz pelo que eu fiz e principalmente que eu tive ajuda do temido Samurai... — Ele só te ajudou porque sabia que a minha reação seria essa.– ele jogou a cabeça pro lado rindo. — Eu não tinha pensado nisso, será que o meu sogrão quis me dar uma lição.– eu neguei rindo. — Ele não é o seu sogro.– cruzei os braços. — Claro que é, e muito em breve ele vai ter um monte de netinhos correndo pela sala dele.... — Espero que isso seja num futuro bem distante.– o Davi tomou um susto quando ouviu a voz do meu pai, o que me fez sorrir de lado. — Deixa de amedrontar o menino Diogo, filha nós ficamos preocupados com você.– minha mãe veio em minha direção, mas o Davi ainda estava encurralando na parede. — Dá pra deixar a minha filha respirar por favor?!.– o Davi saiu quase sendo empurrado pelo meu pai. — Eu estou bem, mamãe.– me segurei pra não rir. — Ele te fez alguma coisa, se fez é só falar que o papai resolve rapidinho minha princesa. – ele falou ajeitando a Glock na cintura, o que fez o Davi engolir a seco. — Diogo, pelo amor de Deus, vamos Davi acho que já está na hora termos uma conversa séria. — Não precisa mãe, eu e o Davi já terminamos a nossa conversa. – meu pai estava sorrindo de felicidade. — Viu morena, bora voltar pro curtir nosso baile vamos comemorar o aniversário dos nossos filhos.– eu neguei com a cabeça. — Papai, eu quero ir pra casa... — Pode deixar que eu levo ela, patrão. – meu pai revirou os olhos. — Vai Davi, leva ela... — Mas é pra levar ela para MINHA CASA, eu saberia se ela não chegar lá.– ele deu ênfase no minha casa. Me despedi dos meus pais, minha mãe como sempre foi brigando com o meu pai. Andamos até a moto do Davi e assim que subimos ele ligou a moto. — Eu quero ir pra sua casa, ainda não terminamos a nossa conversa. – ele sorriu negando. Tudo bem que eu não iria facilitar a vida dele, mas hoje é o meu aniversário e eu mereço me divertir um pouco. Eu não tinha dúvidas que o meu pai saberia onde eu estava. — Tem certeza disso Rapunzel.– confirmei com a cabeça.— É hoje que o Samurai pira.– ele acelerou a moto, mas antes de ir pra casa dele, ele deu uma volta comigo pelo morro. Era tão está finalmente andando assim, sem medo de sermos pegos pelo meu pai. Eu grudei na cintura dele, é claro que ele amou né. Mas uma vez ele acelerou com a moto e entrou no beco que dava pra rua onde ele morava. Ele parou em frente a casa dele, ele me ajudou a descer da moto e me deu a chave da casa. — Vai entrando que eu vou guardar a moto.– confirmei com a cabeça e fiz o que ele falou. Assim que eu entrei na casa dele, meu coração faltou para sair pela boca. — Parabéns minha Rapunzel, tenho certeza que dessa surpresa você gostou.– ele me abraçou por trás. — Você tinha tanta certeza assim que eu viria pra sua casa ?– ele negou com a cabeça. — Eu não tinha certeza, mas mesmo assim eu quis fazer essa surpresa pra você.– me virei pra ele, essa sim tinha sido uma bela surpresa. A casa estava toda enfeitada com pétalas vermelhas pelo chão, tinha uma mesa com fondue de cheddar e de chocolate. — Eu comprei lá no Outback, eu sei que é seu favorito... Eu não deixei ele falar mais nada, simplesmente o puxei pelo pescoço e o beijei. Ok, ok... Eu disse que seria mais difícil, mas olha só o que homem fez. E eu preciso ressaltar que ele odeia Fondue, mas mesmo ele comprou pra me agradar. Nosso beijo foi ficando mais intenso, ele desgrudou nossos lábios. — Eu quero me entregar a você, Davi...– ele arregalou os olhos. — Não precisa amor, podemos comer esse fondue maravilhoso.– ele fez uma careta.— E ver um filme... — Eu quero, eu me sinto pronta pra isso. — Tem certeza disso, Rapunzel?!– confirmei com a cabeça, ele se afastou um pouco e passou a mão no cabelo.— Ai c*****o…– ele começou a andar de um lado para o outro. — Você está pensando no meu pai.– ele confirmou com a cabeça nervoso.— Sério?! Eu digo que eu quero t*****r com você e você está pensando no meu pai?!– ele sorriu negando. — Claro, estou em todas os jeitos possíveis que ele pode me matar… Ou pior já se eu engravidasse a filha dele na primeira vez dela, eu vou ser um homem morto... — Não estrague o clima, por favor, podemos pensar no meu pai depois. Ele se virou pra mim novamente. — Você tem certeza disso, Isadora?! — Hoje é o meu aniversário e tudo que eu quero é t*****r com o meu namorado. Ele abriu um sorriso de lado e não disse mais nada e veio na minha direção. Ele me pegou no colo e me levou pro quarto dele e me colocou na cama deitada na cama dele e ficou um bom tempo me olhando. — Se importa se eu algemar você? – isso me assustou um pouco, mas eu estava disposta a vivenciar toda aquela experiência. — Não. Ele subiu na cama e voltou a me beijar e logo em seguida começou a tirar a minha roupa me deixando completamente nua. Depois ele meu pulso direito e me algemou na cama. Ele saiu do quarto e voltou com mais uma algema e um tecido vermelho para vendar meus olhos. E pegou meu pulso esquerdo e também me algemando na cama. — Posso pôr isso nos seus olhos? — Eu não sei, nunca fiquei com nada sobre meus olhos antes. — Confie em mim Rapunzel, o prazer que você irá sentir será o melhor do mundo. — Tudo bem, eu sei que você não faria nada pra me machucar. — Claro que não, ainda mais sabendo quem é o seu pai. — Podemos não pensar no meu pai nesse momento, ainda mais enquanto eu estou algemada e completamente nua na sua cama? Ele concordou com a cabeça rindo. — Você não pode me ver, mas pode me sentir, todos os seus outros sentidos estão aguçados neste momento, seu olfato, seu tato, sua audição e seu paladar. Eu estava algemada na cama dele, estava no meio da cama com um braço preso em cada lado dela. — Essa noite será muito especial para nós, meu amor. – ele sussurrou em meu ouvido e eu gemi involuntariamente. — Eu já volto… — Aonde você vai Davi? – perguntei — Relaxa amor, eu já volto. – foi tudo que ele disse. Um silêncio se apossou do quarto, e eu acho que o fato de eu estar vendada, deixou aquilo ainda mais intenso. Ouvi os passos vindo em direção ao quarto, ele colocou algo de vidro sobre a mesinha que havia ali. — O que você está fazendo? – Calma, que logo você irá saber. Escutei ele abrindo algo e pelo barulho, eu tinha certeza que era uma garrafa de champanhe. Ele colocou em um copo e pelo tintilar que fazia, havia gelo também. — Abra as pernas meu amor. Fiz o que ele me pediu, e finalmente a cama cedeu ao meu lado. — O que você vai fazer? – perguntei ao ouvir o barulho do gelo batendo no copo. E logo em seguida senti algo gelado na minha boca. — Abra a boca, meu amor. – abri e percebi que era seu dedo gelado e molhado com champanhe. Chupei-o. — p***a Isa. – escutei um gemido dele. Seus dedos sumiram de minha boca e voltaram da mesma forma. Novamente os chupei, fazendo ele soltar mais um gemido. — Se você pudesse ver como meu p*u está, p**a que pariu... — Eu posso imaginar. – falei sorrindo. E tudo ficou em silêncio novamente. — Que tal chupar algo melhor, minha Rapunzel. – eu assenti, eu já tinha me imaginado chupando ele. Mas nunca fomos tão longe assim, na verdade nunca passamos de beijos com apenas umas passadas de mão por cima da roupa. Ele colocou um cubo de gelo nos meus lábios, eu passei a língua e chupei para dentro da minha boca. — Não era pra fazer isso menina. – eu coloquei o gelo para fora. — Se quer mesmo chupar algo, tenho uma coisa melhor. – a cama cedeu mais um pouco. Ele levantou minha cabeça e meu corpo e me colocou sentada. Senti ele esfregar seu p*u em minha boca. – Abra sua boca, minha Rapunzel. – Obedeci. Ele grosso, parecia que tinha veias saltando, ele entrou na minha boca. Seu gosto era maravilhoso, ele começou a derramar champanhe nele e fui chupando. Aquilo era bem do que eu havia imaginado — p***a Isadora, boquinha gostosa. – continuei chupando aquele p*u maravilhoso e saboreando o gosto dele misturado com champanhe. Ele empurrou seu p*u ainda mais em minha boca, e eu o recebi, mas do nada ele parou e fiz um biquinho. Ele me puxou, me fazendo deitar novamente, escutei o barulho dos cubos de gelo tintilando no copo. Ele trouxe outro cubo à minha boca e eu chupei e logo tirou da minha boca, descendo por meu pescoço. Gemi ofegante. Ele foi descendo com gelo até o meu pescoço , chegando aos s***s, me fazendo tirar as minhas costas da cama. — Oh, meu Deus! – escutei ele sorrir. Ele passou o gelo em meus m*****s, e logo depois senti sua boca sugando meus s***s. O gelo desceu mais por minha barriga, e sua boca descia, fazendo o mesmo trajeto. Meus gemidos já eram altos. Eu estava extremamente excitada e ofegante, ele chegou com aquele bendito gelo chegou minha i********e, tocando rapidamente em meu c******s, e eu soltei um gritinho. — Gostou, amor? – perguntou, enquanto passava novamente o gelo por toda a minha b****a. Eu gemia alto, ofegante. — Me diga o que você quer, minha Rapunzel. – ele sussurrou em meu ouvido. — Eu você dentro de mim.– falei baixinho. — Agora não, meu amor! Ele passou o gelo novamente, passou por minha b****a e sua língua quente chegou até lá também. — Meu Deus! Eu vou enlouquecer Davi! – gemi alto quando ele colocou meu c******s em sua boca e chupou. A pressão em meu ventre dizia que eu não ia durar muito, estava prestes a ter o primeiro orgasmo, e aquilo seria tão forte. — Amor, eu vou gozar . – ele me chupava cada vez mais forte e mais uma vez ele parou do nada e saiu da cama. — Você não vai me deixar assim, vai? – eu falava ofegante que nem conseguia falar. E então a cama cedeu novamente, mas desta vez ele não estava ao meu lado, e sim entre minhas pernas. Senti quando ele se abaixou e colocou um braço de cada lado de meu corpo. – Agora eu vou entrar em você, minha Rapunzel e você vai gozar comigo todo enterrado dentro da sua b****a. – ele passou a mão em meu rosto, tirando a venda. — Eu quero olhar nos seus olhos quando estiver entrando em você meu amor. Eu sorri enquanto ele me olhava. — Amor... – ele sorriu. — Eu quero que você relaxe, eu prometo que não vou te machucar, você confia em mim? — Sim. – falei, olhando nos olhos dele. E então ele começou a me beijar nos lábios, sua mão subiu para minha mão direita e em um toque ele me soltou, ele fez o mesmo com a outra mão. — Quero que segure em meus ombros, vai doer, mas não se preocupe, é só um pouco. – eu assenti um pouco nervosa, Ele me beijou novamente, e desta vez com mais intensidade, com uma das mãos, ele segurou firme em meus cabelos e pude sentir seu peso sobre meu corpo pequeno. — Relaxe meu amor. – ele sussurrou no meu ouvido. Depois lambeu o meu pescoço e chupou um dos meus s***s. Senti a cabeça do seu p*u pedindo passagem no meio de minhas pernas. — Não vai pôr camisinha? – perguntei, quase que em um sussurro. — Já coloquei amor. – ele falou e piscou pra mim, e logo foi se empurrando para dentro de mim.— Eu vou fazer com que isso seja rápido, para que a dor vá embora logo, ok?– Assenti. Seu p*u entrou com tudo, e foi como se tivesse rasgado algo dentro de mim. — c*****o, isso dói...– a dor fina, da invasão me atingiu de uma tal maneira que me fez gritar, mas foi abafado por sua boca que estava sobre a minha. Minhas unhas cravaram em seus ombros com força, seus olhos estavam vidrados nos meus. Fechei os olhos para esconder as lágrimas que estavam chegando. — Olhe para mim amor...– abri os olhos novamente, encontrando seus olhos me observando, as lágrimas caíram pela lateral de meu rosto.— Eu sei que doeu, mas agora já não dói mais, vou me mover bem devagar. Ele começou a se mexer devagar e me fez consciente de que estava completamente enterrado em mim. Ele começou a se mover cada vez mais rápido, entrando e saindo com mais intensidade. A pressão em meu ventre voltou, cada estocada eu gemia mais alto. – Goze para mim, minha Rapunzel... Ele entrou forte e duro, estocando cada vez mais rápido. Meus gemidos se perdiam em meio aos beijos. O meu g**o veio forte e violento, fazendo-me tremer dos pés à cabeça. Me sentindo fraca pelo orgasmo intenso que ele me proporcionou, mas ele não parou. Continuou estocando com força, o sentia bater em meu útero, e aquilo me dava mais t***o. — Eu não vou aguentar muito, meu amor. – ele sussurrou no meu ouvido. Entrou e saiu mais algumas vezes e o senti tremer, enquanto seu p*u pulsava gostoso dentro da minha b****a. — p**a que pariu...– ele gritou alto e se jogou ao meu lado.— Você está bem? Eu te machuquei ? — Não meu amor, eu estou ótima.– ele me puxou pra deitar no peito dele.— Agora que tal a gente descer pra comer aquele fondue maravilhoso? – ele revirou os olhos o que me fez rir. — Você tem noção do quanto eu te amo, minha Rapunzel...
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