Mikhail.
Vejo Isabella antes mesmo que ela me veja — e por um instante raro, tudo em mim desacelera.
O vestido azul a envolve como se tivesse sido feito sob medida, abraçando cada curva com uma precisão quase c***l. A frente é elegante, perigosa na medida exata, mas é quando ela se vira que o golpe se completa: as costas estão completamente nuas. Pele exposta, lisa, vulnerável. Um convite silencioso que não deveria existir.
Então percebo o detalhe que me prende o fôlego.
Ela não está usando sutiã.
Não é algo óbvio à primeira vista, mas está lá, sutil e inegável. A linha delicada do tecido denuncia o que está por baixo, e quando ela se move, a luz revela a tensão discreta que marca o vestido. m*****s rígidos. Conscientes. Como se soubessem exatamente o efeito que causam.
Meu olhar se demora um segundo a mais do que deveria. Um erro. Um deslize.
Isabella ergue os olhos e me encontra observando. Há um brilho de triunfo contido ali, como se ela tivesse planejado cada detalhe — inclusive o momento em que eu perderia o controle em silêncio.
Engulo em seco.
Ela não está apenas bonita.
Ela está gostosa pra c*****o.
Isabella se senta à minha frente no Le Clair-Obscur como se fosse apenas mais um jantar. A coluna ereta, o queixo erguido, o olhar calmo demais para alguém que sabe exatamente o que está prestes a fazer comigo.
Peço o vinho. Tinto. Ela aceita rápido demais.
— Devagar — digo quando o garçom se afasta e ela já leva a taça aos lábios. — Você não está acostumada.
Isabella sorri por cima do cristal.
— Está preocupado comigo, Mikhail?
— Estou sendo prudente.
— Que palavra feia para alguém como você.
Ela bebe mesmo assim. Um gole generoso. Observa minha reação como quem testa limites. O vinho não é fraco, e ela é leve demais, nova demais, inexperiente demais para fingir que não vai sentir. Não gosto da ideia de vê-la perder o controle em um ambiente que não posso dominar por completo.
— Mais devagar — repito, agora com a mão cobrindo a base da taça quando ela tenta servir mais. — Não precisa provar nada.
— Preciso sim — ela rebate, retirando a taça da minha mão com facilidade irritante. — Provar que você não manda em tudo.
Ela brinda sozinha e bebe outro gole, deliberadamente mais longo. Seus olhos não se afastam dos meus.
Conversamos banalidades. Vinho. Silêncios longos demais. Eu conto os goles. Ela percebe.
— Você está me vigiando — provoca.
— Estou garantindo que não exagere.
— Ou garantindo que eu continue lúcida o bastante para saber exatamente o que estou fazendo?
Não respondo. Porque ela acertou.
Ela se inclina para a mesa, como se fosse contar um segredo irrelevante — e então algo roça minha perna. Não é um toque descuidado. É deliberado. Calculado.
Ela desliza a calcinha pelas pernas com calma calculada, sem pressa, como se soubesse que cada segundo pesa mais do que o gesto em si. O tecido rendado acompanha o movimento até se desprender do corpo dela, a peça minúscula cabe sem dificuldade no meu bolso.
Isabella não baixa os olhos. Sustenta o meu olhar enquanto o gesto termina.
Meu maxilar se fecha. O corpo reage. A razão falha.
— Está tudo bem? — ela pergunta, com inocência ensaiada, levando a taça novamente aos lábios.
— Chega — digo baixo. — Último.
Ela inclina a cabeça, avaliando-me, e então bebe mais uma vez. Devagar. Desafiadora.
— Você fica assim quando perde o controle — diz em voz baixa. — Sempre achei curioso como homens como você… gostam de desafios mais jovens.
Não é acusação. É constatação.
— Não confunda provocação com coragem — respondo, segurando o impulso de arrancar a taça da mão dela de vez.
— Ah, Mikhail… — ela se levanta, pegando a bolsa. — Coragem é sentar aqui sabendo que você vai me seguir.
Isabella passa por mim, lenta o bastante para que seu perfume me envolva. Para ao meu lado por um segundo. Inclina-se apenas o suficiente para que só eu ouça:
— E não se preocupe. Eu sei exatamente quanto vinho posso beber.
Ela se afasta sem olhar para trás.
Fico ali, com o copo intacto, o corpo em alerta e a certeza amarga de que o erro não foi o convite.
Foi ter vindo.
Sigo Isabella pelo corredor estreito sem pensar duas vezes. Duas senhoras saem do banheiro feminino, conversando sobre banalidades, completamente alheias ao que pulsa no ar entre nós.
A porta ainda nem fechou direito quando entro atrás dela.
Isabella se vira rápido demais — como se estivesse esperando. Os olhos brilham. O sorriso não é doce. É faminto.
Não há gentileza no modo como a prendo contra a parede. Nenhuma palavra. Só o som da respiração dela mudando, quebrando, traindo a falsa confiança.
Enfio a língua em sua boca e sinto o gosto de vinho. Em um beijo com urgência.
— Mikhail… — meu nome sai dela como um aviso e um pedido ao mesmo tempo.
Levanto-a e a coloco sobre a pia do banheiro, firme e inevitável, o mármore frio contrastando com o calor que cresce entre nós e deixa claro que não há mais volta.
Eu afasto as pernas dela, encostadas na pia fria do banheiro do restaurante, e passo a língua em sua b****a rosada e encharcada. Ela arqueia as costas, oferecendo-me mais. Não a decepciono enquanto giro a língua dentro dela, envolvendo apenas seu c******s molhado. O gosto dela é incrível; chupá-la provoca ondas intensas de excitação que percorrem meu corpo.
Meu p*u fica duro como pedra.
Aqui está seu trecho revisado, mantendo tudo o mais fiel possível ao original, apenas corrigindo pontuação, concordância e fluidez, e incluindo a parte que você pediu sobre os s***s e m*****s:
— Mikhail. — ela geme. — Passei os dedos pelos seus cabelos enquanto ela rebolava em direção ao meu rosto. A excitação emanava dela e escorria pelas suas coxas enquanto uma sensação crescente ansiava por libertação.
Não sei o que ela fez comigo. Eu não consigo me afastar; vou recompensá-la com o melhor orgasmo da vida dela, enfiando dedo e língua. Antes que ela pudesse recuperar o fôlego, um clímax perverso a abalou profundamente, fazendo-a contorcer e se entregar a um prazer intenso. Ela goza forte, e seu gosto fica em minha língua.
Segurando seus s***s com firmeza, sinto a tensão crescer sob minhas mãos. Subo a boca até os m*****s duros e rosados, chupando e mordiscando com cuidado e intensidade, sentindo cada arrepio que escapa dela.
Eu observo sua b****a molhada após o orgasmo, e isso faz meu p*u suplicar por alívio. Quero me enfiar entre as pernas dela, mas lembro que preciso resistir.
— Deixe as pernas abertas — eu digo. — Gosto da vista.
Ela me olha, os olhos brilhando de provocação, e sorri de um jeito que corta a razão.
— Então vem, Mikhail… se tiver coragem, Me f**a agora.
Ela se levantou e deu um passo para trás, observando seu corpo exposto refletido no espelho manchado. Uma ponta de constrangimento se misturou à minha excitação, mas logo abandonei qualquer receio quando ela desabotoou o meu cinto e as calças.
Meu celular toca, arrancando-me abruptamente do fogo do momento e trazendo a razão de volta.
O nome que aparece na tela é suficiente para me gelar por dentro: Romero.
Porra mikhail… ela é a filha do meu melhor amigo, saiu agora da adolescência e eu estou querendo comrrope-lâ com meu p*u?
Fui designado para protegê-la e ensiná-la o trabalho e nada mais.
Ela tirou o celular do bolso e o jogou sobre a pequena bancada ao lado da pia. Enquanto se abaixava sem tirar o olhar de mim em nenhum momento.
— Eu não deveria te querer. — Afasto o cabelo do rosto dela e a beijo, permitindo que ela sinta o gosto da excitação dela em minha língua. — Você não só é filha do meu melhor amigo, como também tem idade para ser minha filha.
Beijei-a, profundo, lento, perigoso. Eu queria saborear a conquista.
Quanto tempo até eu perder o controle por completo?
Quanto tempo até eu t*****r com a filha do meu melhor amigo?
Eu tiro o meu paletó e uso para cobri-la
Os s***s delas duros e rosados à mostra.
Droga, seja mais forte Mikhail.
Estou me comportando como um adolescente que não sabe controlar o próprio p*u.
Parece até que nunca estive com uma mulher antes, mesmo isso não sendo verdade. Estive com mais mulheres do que ela esteve com rapazes em toda a sua vida.
Isabella aperta os dedos no meu casaco, o corpo cedendo apesar do orgulho. O controle que ela exibia minutos antes se desfaz em fragmentos.
O gemido que escapa dela não é encenado. É cru.
— Por favor…
Quando me afasto um passo, ela não tenta recuperar a postura. Pelo contrário.
— Não para… — sussurra, a voz baixa demais para ser ousadia. Alta demais para ser fingimento.
O pedido fica suspenso entre nós.
Não respondo. Abro a porta. Saio primeiro.
Porque sei que, se ficar mais um segundo, não haverá retorno.