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1532 Palavras
Mikhail. Vejo Isabella antes mesmo que ela me veja — e por um instante raro, tudo em mim desacelera. O vestido azul a envolve como se tivesse sido feito sob medida, abraçando cada curva com uma precisão quase c***l. A frente é elegante, perigosa na medida exata, mas é quando ela se vira que o golpe se completa: as costas estão completamente nuas. Pele exposta, lisa, vulnerável. Um convite silencioso que não deveria existir. Então percebo o detalhe que me prende o fôlego. Ela não está usando sutiã. Não é algo óbvio à primeira vista, mas está lá, sutil e inegável. A linha delicada do tecido denuncia o que está por baixo, e quando ela se move, a luz revela a tensão discreta que marca o vestido. m*****s rígidos. Conscientes. Como se soubessem exatamente o efeito que causam. Meu olhar se demora um segundo a mais do que deveria. Um erro. Um deslize. Isabella ergue os olhos e me encontra observando. Há um brilho de triunfo contido ali, como se ela tivesse planejado cada detalhe — inclusive o momento em que eu perderia o controle em silêncio. Engulo em seco. Ela não está apenas bonita. Ela está gostosa pra c*****o. Isabella se senta à minha frente no Le Clair-Obscur como se fosse apenas mais um jantar. A coluna ereta, o queixo erguido, o olhar calmo demais para alguém que sabe exatamente o que está prestes a fazer comigo. Peço o vinho. Tinto. Ela aceita rápido demais. — Devagar — digo quando o garçom se afasta e ela já leva a taça aos lábios. — Você não está acostumada. Isabella sorri por cima do cristal. — Está preocupado comigo, Mikhail? — Estou sendo prudente. — Que palavra feia para alguém como você. Ela bebe mesmo assim. Um gole generoso. Observa minha reação como quem testa limites. O vinho não é fraco, e ela é leve demais, nova demais, inexperiente demais para fingir que não vai sentir. Não gosto da ideia de vê-la perder o controle em um ambiente que não posso dominar por completo. — Mais devagar — repito, agora com a mão cobrindo a base da taça quando ela tenta servir mais. — Não precisa provar nada. — Preciso sim — ela rebate, retirando a taça da minha mão com facilidade irritante. — Provar que você não manda em tudo. Ela brinda sozinha e bebe outro gole, deliberadamente mais longo. Seus olhos não se afastam dos meus. Conversamos banalidades. Vinho. Silêncios longos demais. Eu conto os goles. Ela percebe. — Você está me vigiando — provoca. — Estou garantindo que não exagere. — Ou garantindo que eu continue lúcida o bastante para saber exatamente o que estou fazendo? Não respondo. Porque ela acertou. Ela se inclina para a mesa, como se fosse contar um segredo irrelevante — e então algo roça minha perna. Não é um toque descuidado. É deliberado. Calculado. Ela desliza a calcinha pelas pernas com calma calculada, sem pressa, como se soubesse que cada segundo pesa mais do que o gesto em si. O tecido rendado acompanha o movimento até se desprender do corpo dela, a peça minúscula cabe sem dificuldade no meu bolso. Isabella não baixa os olhos. Sustenta o meu olhar enquanto o gesto termina. Meu maxilar se fecha. O corpo reage. A razão falha. — Está tudo bem? — ela pergunta, com inocência ensaiada, levando a taça novamente aos lábios. — Chega — digo baixo. — Último. Ela inclina a cabeça, avaliando-me, e então bebe mais uma vez. Devagar. Desafiadora. — Você fica assim quando perde o controle — diz em voz baixa. — Sempre achei curioso como homens como você… gostam de desafios mais jovens. Não é acusação. É constatação. — Não confunda provocação com coragem — respondo, segurando o impulso de arrancar a taça da mão dela de vez. — Ah, Mikhail… — ela se levanta, pegando a bolsa. — Coragem é sentar aqui sabendo que você vai me seguir. Isabella passa por mim, lenta o bastante para que seu perfume me envolva. Para ao meu lado por um segundo. Inclina-se apenas o suficiente para que só eu ouça: — E não se preocupe. Eu sei exatamente quanto vinho posso beber. Ela se afasta sem olhar para trás. Fico ali, com o copo intacto, o corpo em alerta e a certeza amarga de que o erro não foi o convite. Foi ter vindo. Sigo Isabella pelo corredor estreito sem pensar duas vezes. Duas senhoras saem do banheiro feminino, conversando sobre banalidades, completamente alheias ao que pulsa no ar entre nós. A porta ainda nem fechou direito quando entro atrás dela. Isabella se vira rápido demais — como se estivesse esperando. Os olhos brilham. O sorriso não é doce. É faminto. Não há gentileza no modo como a prendo contra a parede. Nenhuma palavra. Só o som da respiração dela mudando, quebrando, traindo a falsa confiança. Enfio a língua em sua boca e sinto o gosto de vinho. Em um beijo com urgência. — Mikhail… — meu nome sai dela como um aviso e um pedido ao mesmo tempo. Levanto-a e a coloco sobre a pia do banheiro, firme e inevitável, o mármore frio contrastando com o calor que cresce entre nós e deixa claro que não há mais volta. Eu afasto as pernas dela, encostadas na pia fria do banheiro do restaurante, e passo a língua em sua b****a rosada e encharcada. Ela arqueia as costas, oferecendo-me mais. Não a decepciono enquanto giro a língua dentro dela, envolvendo apenas seu c******s molhado. O gosto dela é incrível; chupá-la provoca ondas intensas de excitação que percorrem meu corpo. Meu p*u fica duro como pedra. Aqui está seu trecho revisado, mantendo tudo o mais fiel possível ao original, apenas corrigindo pontuação, concordância e fluidez, e incluindo a parte que você pediu sobre os s***s e m*****s: — Mikhail. — ela geme. — Passei os dedos pelos seus cabelos enquanto ela rebolava em direção ao meu rosto. A excitação emanava dela e escorria pelas suas coxas enquanto uma sensação crescente ansiava por libertação. Não sei o que ela fez comigo. Eu não consigo me afastar; vou recompensá-la com o melhor orgasmo da vida dela, enfiando dedo e língua. Antes que ela pudesse recuperar o fôlego, um clímax perverso a abalou profundamente, fazendo-a contorcer e se entregar a um prazer intenso. Ela goza forte, e seu gosto fica em minha língua. Segurando seus s***s com firmeza, sinto a tensão crescer sob minhas mãos. Subo a boca até os m*****s duros e rosados, chupando e mordiscando com cuidado e intensidade, sentindo cada arrepio que escapa dela. Eu observo sua b****a molhada após o orgasmo, e isso faz meu p*u suplicar por alívio. Quero me enfiar entre as pernas dela, mas lembro que preciso resistir. — Deixe as pernas abertas — eu digo. — Gosto da vista. Ela me olha, os olhos brilhando de provocação, e sorri de um jeito que corta a razão. — Então vem, Mikhail… se tiver coragem, Me f**a agora. Ela se levantou e deu um passo para trás, observando seu corpo exposto refletido no espelho manchado. Uma ponta de constrangimento se misturou à minha excitação, mas logo abandonei qualquer receio quando ela desabotoou o meu cinto e as calças. Meu celular toca, arrancando-me abruptamente do fogo do momento e trazendo a razão de volta. O nome que aparece na tela é suficiente para me gelar por dentro: Romero. Porra mikhail… ela é a filha do meu melhor amigo, saiu agora da adolescência e eu estou querendo comrrope-lâ com meu p*u? Fui designado para protegê-la e ensiná-la o trabalho e nada mais. Ela tirou o celular do bolso e o jogou sobre a pequena bancada ao lado da pia. Enquanto se abaixava sem tirar o olhar de mim em nenhum momento. — Eu não deveria te querer. — Afasto o cabelo do rosto dela e a beijo, permitindo que ela sinta o gosto da excitação dela em minha língua. — Você não só é filha do meu melhor amigo, como também tem idade para ser minha filha. Beijei-a, profundo, lento, perigoso. Eu queria saborear a conquista. Quanto tempo até eu perder o controle por completo? Quanto tempo até eu t*****r com a filha do meu melhor amigo? Eu tiro o meu paletó e uso para cobri-la Os s***s delas duros e rosados à mostra. Droga, seja mais forte Mikhail. Estou me comportando como um adolescente que não sabe controlar o próprio p*u. Parece até que nunca estive com uma mulher antes, mesmo isso não sendo verdade. Estive com mais mulheres do que ela esteve com rapazes em toda a sua vida. Isabella aperta os dedos no meu casaco, o corpo cedendo apesar do orgulho. O controle que ela exibia minutos antes se desfaz em fragmentos. O gemido que escapa dela não é encenado. É cru. — Por favor… Quando me afasto um passo, ela não tenta recuperar a postura. Pelo contrário. — Não para… — sussurra, a voz baixa demais para ser ousadia. Alta demais para ser fingimento. O pedido fica suspenso entre nós. Não respondo. Abro a porta. Saio primeiro. Porque sei que, se ficar mais um segundo, não haverá retorno.
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