Capítulo 65

1423 Palavras

ANANDA O som da água batendo nas pilastras do bangalô era quase hipnótico. Eu ainda estava encostada na varanda, tentando entender por que meu coração teimava em acelerar toda vez que Pedro se aproximava. Ele apareceu na porta com a expressão mais casual do mundo, como se o calor não estivesse deixando o ar quase irrespirável. — Acho que vou nadar. — Anunciou, com a voz arrastada, como quem comenta a previsão do tempo. Antes que eu pudesse reagir, ele puxou a barra da camisa com um movimento rápido e… pronto. Lá estava ele. Sem camisa. E… meu Deus. A pele dourada pelo sol, os músculos definidos de quem claramente passa horas a mais na academia do que o necessário… e aquele risco de pelos que começava abaixo do umbigo, sumindo dentro da bermuda de linho clara. Cretino! Automaticamen

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