Zayan
Beijei seus lábios doces deixando-a tonta ouvi seu gemido.
-Para onde vamos agora?
Ela demorou para voltar ao ar seu rosto todo corado depois de recuperar um pouco a compostura.
-Vamos ao parque Tanguá?
-Onde?
-Você vai ver é um lugar mágico.
Mais uma vez Juliana nos levou pela cidade e chegamos a um parque com o chafariz lindo alguns mirantes além de uma cascata artificial.
-O que vamos fazer aqui?
Ela segurou minha mão.
-Vamos passear e depois tem uma lanchonete podemos comer e ver o por do sol.
-Hum, gostei da ideia.
O local era realmente impressionante segurei ela nos braços e beijei seus cabelos.
-Você não para mesmo.
-Logo você se acostuma.
-Ei você é tão cheio de si.
Senti alguém nos olhando me virei para olhar atrás de mim mas não conseguia ver de onde vinha essa sensação.
-O que foi Zayan?
-Nada só uma impressão vamos continuar.
Depois de mais um tempo de caminhada chegamos até a lanchonete já era duas da tarde e estávamos andando a horas Ju me levou até o local e nós sentamos a atendente veio nos entregar o cardápio e fizemos o pedido o local parecia um quiosque, mas era bem aconchegante logo nosso pedido chegou, pedimos um lanche com hambúrguer e bacon e batatas fritas foi a primeira vez que eu iria comer algo desse tipo de comida, olhei para o lanche e para Juliana devorando o dela e dei uma mordida e para minha surpresa era delicioso vi que a atendente ainda ficava me encarando.
-Você quer beber alguma coisa?
-Eu olhei para atendente em dúvida já havíamos pedido refrigerante.
Apontei para os copos e Juliana estava com o semblante fechado olhando para a mulher.
-Você pode ir se precisar de alguma coisa eu chamo entendeu.
A mulher olhou para Juliana e saiu ela me olhou.
-O que foi gostou de ser cobiçado?
-Por ela não, mas se for por você é uma coisa totalmente diferente.
-Ela não vê que você está acompanhado?
Sorri vendo o ciúmes dela.
-Eu só tenho olhos para você.
Ela abaixou a cabeça e continuou comendo e eu sorri mais amplo ficamos ali descansando, mas a atendente continuava pairando em volta e Ju acabou se irritando paguei a conta e ela me puxou para fora dali comprei uma casquinha de sorvete para ela sorri ao ver seus lábios melados de sorvete de creme continuei olhando para ela enquanto Ju tomava.
-Você quer um pouco?
Ela ofereceu a colher com um pouco de sorvete.
-Quero.
Mas ao invés de pegar da colher puxei seu rosto para o meu e lambi seus lábios aproveitando para tirar uma casquinha um pouco maior.
-Hum! Realmente delicioso.
-Zayan.
Ela gritou comigo de novo e eu sorri acho que nunca sorri tanto como estava sorrindo nesse dia ela ficou envergonhada e saiu andando me deixando ali fui atrás dela e segurei sua mão ela parou por um minuto mas logo voltou a andar novamente olhei para o sorvete que já havia sumido andamos por mais um tempo e o sol começou a se por a puxei para os meus braços enquanto víamos o por do sol.
Ela se encostou nos meus braços e senti ela relaxar nos meus braços.
-Parece um sonho.
- Não é sonho estamos juntos.
Senti aquela sensação novamente, mas não encontrei ninguém anoiteceu rápido e começou a esfriar e o celular de Juliana tocava sem parar.
-Você não vai atender?
Ela olhou para ele e mandou uma mensagem colocando no silencioso logo em seguida.
- Não hoje meu tempo é todo para você.
Saímos dali e voltamos para o hotel estávamos cansado e o tempo mudou de repente ficando bem frio.
-Esta cansada?
-Um pouco mais feliz.
-Quer tomar um banho?
-O quê?
Ela me olhou com os olhos arregalados.
-Tomar banho separados você toma primeiro depois eu tomo.
-Mas eu não tenho roupa.
Eu a olhei e fui até a mala tirando uma camisa branca de mangas compridas que ficaria um vestido nela.
-Use isso no banheiro tem toalhas.
Ela segurou a camisa seu rosto como um tomate maduro ela pegou sua mochila de onde tirou uma nécessaire e foi até o banheiro ela entrou e fechou a porta e eu me sentei aguardando ela sair.
Juliana
Peguei a camisa e entrei no banheiro me olhando no espelho estava com o rosto corado e um brilho nos olhos respirei me acalmando e resolvi tomar banho pendurei a camisa e tirei minha roupa entrando na água morna que relaxou meu corpo abri a nécessaire e tirei meu óleo, escova de dentes e sabonete depois de tomar banho e lavar os cabelos comecei a passar o óleo na pele por último escovei os dentes e penteie os cabelos olhei novamente no espelho e coloquei a camisa meu corpo já estava seco e camisa ficou na altura dos joelhos agora que notei como ela era ampla me olhei com todas as partes importantes cobertas respirei tomando coragem e sai do banheiro Zayan estava sentado no sofá quando a porta se abriu ele olhou para mim e seus olhos desceram do meus rosto até os meus pés vi seu pomo de Adão mexendo e ele se levantou indo até a minha direção em passos leves mais constantes me senti arrepiar a medida que ele chegava cada vez mais perto.
-rayie.(Maravilhosa)
Sua mão tocou o lado do meu rosto e desceu pelo meu braço coberto pela camisa.
- rayihatuk rayieatun.(Você cheira incrível.)
Ele puxou meu rosto para perto do dele.
- Amirti.(minha princesa)
Sua mão continuou trazendo meu rosto para perto ficando há uma respiração de distância seus olhos pareciam conter chamas e de repente algo se soltou seu lábios se colocou nos meus e eu senti ele devorar meus lábios sua mão esquerda desceu até minha cintura e apertou forte senti meu corpo todo acender com seu toque meus lábios se abriram e sua língua entrou me deixando sem forças agarrando a ele como quem necessita de um salva vidas.
Seus beijos de repente pararam e ele me afastou no comprimento do braço.
-ant qatalatni.(Você me mata)
Ele respirou pesadamente e entrou no banheiro e eu desabei no chão minhas pernas não me sustentaram.