—Emma—
O dia de semana enfim chegou, Sukuna iria hoje tentar uma vida como modelo, já que meu pai achou que ele serve pro ramo, e Itadori...bom, vai comigo pra escola.
Saí do quarto já vestida com meu uniforme e com a mochila nas costas, amarrei meus cabelos no r**o de cavalo e desci as escadas indo pra sala, onde todo mundo já tava pronto e me esperando, ainda lembro de ontem, quando fomos comprar os materiais do Itadori e como ele quase se perdeu na loja, só de lembrar disso eu quis rir.
— Parece animada. — cheguei na sala e Jeová...ELES ESTÃO MUITO GATOS! Eu sorri para meu pai.
— Estou! — olhei para Sukuna que estava com um óculos e meu Deus, QUE GATO.
— Então já que todo mundo já tá pronto, vamos. — fomos para a garagem e entramos no carro, Sukuna e Itadori ficaram no banco de trás, e eu fiquei no lado do passageiro, ao lado do meu pai.
Ele abre o portão, tira o carro da garagem, fecha o portão e dá partida, enquanto ele dirigia a caminhod a escola, eu escutava música com meus fones no celular.
Percebi que meu pai estava explicando algumas coisas para Sukuna e dizendo que iria o ensinar a dirigir.
Depois de longos minutos, chegamos na minha escola.
— Se cuidem! — disse meu pai quando Itadori e eu saímos do carro.
— Boa sorte e cuidado com o trânsito! — falei acenando para meu pai que deu partida indo pra Agência — Vamos. — segurei na mão de Itadori e entramos na escola, todos ficaram olhando.
— Por que eles estão olhando tanto? — olhei para Itadori e ri.
— É normal, logo você se acostuma. — ele aperta mais a minha mão — Meu pai disse que você caiu na mesma sala que a minha, então- — fui interrompida por um grito.
— VAGABUNDAAAA! — soltei Itadori e ela pulou em mim, quase levando nós ao chão, eu ri.
— Qual foi Mônica! Quer me matar? — perguntei rindo.
— Tava morrendo de saudades! E os babados?! — eu ri, ela olha para Itadori e seu queixo caiu — p**a MERDA, É O ITADORI! — eu ri é puxei seus cabelos — EITA POHA! — ela disse fazendo careta de dor.
— Deixa de ser escandalosa, no caminho pra sala eu te explico.
Peguei na mão de Itadori novamente, já que ele estava boaindo, enquanto caminhavamos para a sala, eu explicava a situação pra Mônica.
— Pouha...então vou invocar o Gojō! — eu ri.
— Quero só ver. — entramos na sala — Itadori, tem um lugar vago do lado da Mônica, ela se senta na minha frente. — falei soltando sua mão é me sentando em meu lugar, Mônica se senta no sei é bate na cadeira ao lado da sua mesa, Itadori sorriu é se sentou lá.
— Me diz, Itadori, já deu uns pegas na minha amiga gostosa? — perguntou Mônica sem vergonha na cara, eu caí na risada e Itadori ficou vermelho.
— É-É...b-bom...
— Mônica, deixa o coitado! — logo os alunos começaram a entrar e ficaram olhando para Itadori que conversava com Mônica, dei de ombros e fiquei escutando música enquanto analisava minhas fanfics pelo celular.
Até que o sinal tocou. Os alunos que ainda não haviam entrado, entraram correndo que nem um comboio de vaca fugindo de lobo.
Guardei meu fone e meu celular, coloquei meu caderno na mesa junto do meu estojo, vi qual seria a primeira aula e peguei o livro. Logo o professor entrou na sala, a primeira aula era de geografia, e eu sou péssima nessa matéria, eu acho ela um saco.
— Bom dia alunos! — seu olhar vagou pela sala, até parar em mim, ele sorriu, ignorei, ele sempre fazia isso, provavelmente por que sabe que sou péssima nessa matéria e ele adora atentar o cão — Olha só, parece que temos um aluno novo! — todos olham para Itadori que vira um pimentão — Por que não se apresenta? — revirei os olhos, que coisa mais clichê.
— C-Certo... — ele se levanta e todos o olham — Meu nome é Itadori Yuuji, ou Yuuji Itadori, já que aqui no Brasil o nome de família é depois... — ele coçou a bochecha — Eu tenho 15 anos e vim do Japão pra morar junto do meu primo com a Emma-san que é uma amiga de uns tempos... — eu sorri e todos olham para mim, e depois, para ele.
— Alguma pergunta pro Itadori? — disse o professor ficando sério de repente, um garoto levanta a mão — Diga, Fernando. — ele se levanta.
— Você parece aquele cara do tal anime Jujutsu Kaisen que as duas malucas assistem! — todos da sala riram, menos Mônica e eu, que reviramos os olhos.
— Eu sou fã desse anime também, então fiz algumas coisas pra ficar parecido com o personagem, claro que eu não precisei de muito, já que sempre fui um pouco parecido com ele. — Itadori me olha e sorri, lhe dei uma piscadela. Fernando se senta, fechando a cara.
— Alguém tem mais uma pergunta? — pergunta o professor com cara de tédio.
— Eu! — Livia se levanta e olha sedutora para Itadori que fez careta — Você namora? — eu quis rir da cara que Yuuji fez.
"Sai de ré satanás!"
Era o que sua expressão dizia.
— Não, e nem penso em namorar no momento. — todos riram da cara de Livia, inclusive eu.
— Certo, certo! Chega de perguntas! Pode se sentar Itadori. — isso ele faz, o professor pega seu livro e vai até o quadro — Eu quero que copiem os textos das páginas 30 até a 32, depois fazer e responder as questões de 1 à 14. — ele disse escrevendo no quadro, suspirei frustrada, ele sempre faz isso!
Todos abrem o livro e começam a copiar, peguei minhas canetas e comecei a copiar tudo organizadinho, os professores sempre me elogiam pela minha caligrafia e organização.
Eu estava copiando o quarto parágrafo do texto quando o professor começou a passar pelas mesmas, até que ele parou na minha e ficou olhando, comecei a suar frio.
— Venha para a sala dos professores no intervalo, preciso ter uma conversa com você. — ele disse baixinho, olhei para ele que apenas continuou andando pela sala, fechei a cara.
"Merda! Será que fiquei de recuperação?!"
Pensei frustrada, apenas balancei a cabeça e continuei fazendo minha tarefa.
•••
Enfim chegou a hora do intervalo, organizei minhas coisas e peguei meu fone e meu celular.
— Vamos comer juntos? — perguntou Itadori sorrindo, já que Mônica saiu correndo pra encontrar a namorada.
— Eu preciso passar na sala dos professores pra falar com o professor de Geografia...vem comigo e de lá a gente vai pro refeitório. — falei sorrindo, ele abriu um largo sorriso.
— Vamos! — ele segura em minha mão, eu sorri, ele é tão ingênuo.
Nós então fomos para a sala dos professores, bati na porta que logo foi aberta pelo professor de Geografia, ele sorriu ao me ver, mas, quando viu Itadori ao meu lado, fechou a cara.
— Estou aqui como pediu, professor. — falei sorrindo com deboche, adoro acabar com a alegria dele.
— Entre. — entrei e Itadori veio logo atrás.
— Me chamou por que? — perguntei de braços cruzados, vendo que não tinha ninguém além de nós três naquela sala, era estranho isso, até por que, normalmente, todos os professores comem juntos na lanchonete de frente da escola, assim como alguns alunos.
— Eu vi que suas notas estão muito baixas em Geografia, então, você vai começar a fazer aulas particulares, comigo. — suspirei.
— Beleza, procura meu endereço e faz aulas lá. — falei e ia sair, mas ele me parou com sua voz.
— Não tenho tempo para frequentar a casa dos meus alunos, vai ter que ser na minha casa. — revirei os olhos.
— Que seja. — falei e saí puxando Itadori, fomos pra lanchonete de frente da escola.
— É impressão minha, ou esse professor quer algo a mais com você? — perguntou ele quando compramos nossos lanches e nos sentamos, eu ri.
— É impressão sua, fica de boa. — falei dando uma mordida em meu hambúrguer.
— Sei não ein! — eu ri.
— Mesmo se ele tiver, mexeu comigo, mexeu com o d***o! — falei dando um gole em minha coca, ele mordeu seu hambúrguer.
— Cara, isso aqui tá muito bom! — seus olhos brilharam, eu ri.
Meu celular vibra, olhei e vi ser uma mensagem de meu pai.
"Papai❤:Estarei te enviando as melhores fotos do Book que fiz do Sukuna, ele realmente leva jeito pra coisa."
Meu pai então envia algumas fotos, fiquei chocada, Sukuna realmente ficou lindo nessas fotos, me surpreende ele ter se dado tão bem com as câmeras.
Apenas dei de ombros e bloqueei a tela, voltando a comer, vi que Itadori olhava a movimentação lá fora, eu sorri, como pode esse neném ser tão perfeito?!
Eu tentei tirar uma foto dele, mas na mesma hora ele olhou, guardei o celular no mesmo instante, ele me olha desconfiado.
— O que ia fazer? — eu ri.
— Heheeheh, nada não pô! — dei outra mordida em meu hambúrguer.
— Hmm...sei. — ele faz o mesmo no seu.
Assim que terminamos de comer, voltamos pra escola e ficamos conversando na sala até o sinal tocar e começar mais aulas.
(...)
!!!NÃO REVISADO!!!