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Diamante Bruto

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Sinopse

Jared Gonzalez é um empresário de sucesso, exaltado por sua arrogância característica, libidinoso e extremamente calculista, não aceitando ser contrariado por ninguém.

Contudo, o destino traiçoeiro largou em seu caminho o mais belo e astuto obstáculo.

Safira White, uma jovem simples, meiga e decidida que está em busca de um emprego para ajudar pagar o tratamento da sua mãe, acabando por cruzar no caminho do próprio demônio.

Sera que as diferenças os aproximarão? Ou somente irão demarcar mais um passo de distância entre eles?

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Prólogo
Safira 2 anos atrás Chego do trabalho, subo e encontro minha mãe abatida em seu quarto, com um envelope nas mãos. — Mamãe. A chamo. — Oi, meu amor. Ela responde enxugando uma lágrima discreta. — Tá tudo bem? — Tudo ótimo. Ela diz se levantando e guardando o envelope em uma gaveta. — O que tem aí? — Não é nada, Safira. Não precisa se preocupar. — Como não, mamãe? Me conta o que está acontecendo. Pedi. Ela me chama pra sentar ao seu lado na cama. — Meu amor, eu estou doente Ela diz. — Estou com câncer de mama, está na fase inicial, mas os médicos e o tratamento são muito caro, terei que arrumar outro emprego. Ao encerrar a frase, eu limpo uma lágrima que insiste em cair. — Mãe, eu vou te ajudar no que for preciso, eu trabalho, eu posso trancar minha faculdade e com o dinheiro que eu pagava a mensalidade, eu ajudo nas despesas dos medicamentos. — Não, Safira, você já trabalha muito naquela lanchonete, não pode abrir mão dos seus sonhos por minha causa. — Mãe, quantos sonhos você já abriu mão por mim? E eu não estarei abrindo mão, só adiando, além do mais, a senhora não vai poder se esforçar com trabalho, pode deixar que eu arrumo mais um. — Você é um anjo, minha pérola. Diz me abraçando. Logo depois da minha conversa com minha mãe, eu desci para preparar o jantar. Não quero que ela se esforce com nada. Sempre fui eu e minha mãe pra tudo. Meu pai foi aquele típico namorado babaca, que estava com minha mãe e na hora de assumir a responsabilidade, caiu no mundo. Minha mãe foi uma guerreira, não teve o apoio de ninguém, nem da sua mãe, pois minha avó queria que ela abortasse, que segundo ela, eu seria um empecilho na sua vida. Minha mãe saiu de casa sem ter pra onde ir, até que ela conseguiu um trabalho como faxineira em uma escola. A diretora deixou ela morar lá até conseguir se estabelecer. Ela já enfrentou muitas batalhas e venceu, tenho certeza que vai vencer essa também, ela é forte! — Filha, precisa de ajuda? Minha mãe pergunta chegando na cozinha — Não mamãe, pode ficar quietinha aí, que já estou terminando. Respondo. — Ok Ela diz sentando na bancada da cozinha, e damos início a uma conversa aleatória. (...) Peço licença a diretora da faculdade e após ela autorizar minha entrada, me sento na cadeira à sua frente. Hoje eu vim na faculdade exclusivamente para fechar meu curso de Contabilidade. Minha prioridade agora é minha mãe. — O que deseja, Srta.White? Ela me pergunta — Sra.Macedo, eu gostaria de trancar meu curso Digo. — Qual o motivo? Você é uma excelente aluna. — Estou com alguns problemas, e não conseguirei continuar pagando. — Tudo bem, Srta. White, irei trancar, mas saiba que estaremos de portas abertas para lhe receber novamente, quando puder voltar. — Obrigada Digo. (...) — Desculpe. Digo assim que percebo que derramei um copo de suco no terno de um homem que acabou de entrar na lanchonete. Pela cara dele, estou encrencada. — Olha por anda anda, garota. Você é cega, por acaso? Ele diz, completamente irritado. — Olha, eu já pedi desculpas. Digo e levanto minha cabeça para encarar o homem a minha frente. Tinha que ser tão bonito? — Como se suas desculpas fossem limpar o estrago que você fez na minha roupa. Ele disse rudemente. — Olha só, eu já pedi desculpas. Se você não quer aceitar, problema seu. Digo. — Você trabalha aqui, né? O moreno me encara com seus olhos azuis transmitindo raiva. — Qual o problema? Pergunto cruzando os braços. — Você, por acaso, sabe quem eu sou? Ele pergunta analisando meu rosto. — Um riquinho babaca, que se acha melhor do que todo mundo e fica dando um chilique no meio de uma lanchonete, por causa de um acidente. Respondo e saio sem esperar uma resposta. Horas depois..... — Safira, a bruxa da Adália quer falar com você. Minha melhor amiga, Zoe, me diz. — O que será que ela quer? Pergunto. — Não sei, amiga, mas ela não está com uma cara boa. Deve ser devido ao ocorrido de hoje mais cedo. — Vou lá. Digo e vou em direção a sala da gerente. A Adália é uma bruxa. Ela se acha melhor que todo mundo, só por que é a gerente. — Me chamou, Adália? Pergunto da porta. — Sim, entre Ela diz. — O que você quer? — Você é uma incompetente. Fiquei sabendo do que aconteceu hoje mais cedo. Você tem noção sobre quem era a pessoa que você derramou suco? Ela pergunta, irritada. — Eu me desculpei, aquele babaca que não quis aceitar. Digo — Era aquele babaca que pagava seu salário todo mês, Safira. Sinto muito em lhe dizer isso, mas você está demitida. Aqui está seu pagamento. Ela me entrega um envelope. Já que estou indo embora, porque não falar a verdade? — Tudo bem, Adália. Sabe, eu acho incrível a forma como você fica feliz pela derrota dos outros, você é uma pessoa m*l-amada, vazia, que acha que o mundo gira ao seu redor, eu tenho pena de você. Digo e me viro para sair sem esperar sua resposta. — Espero que você seja muito infeliz, Safira Ela diz. — Te desejo o mesmo Digo e fecho a porta. Saio da sala da megera e a Zoe vem ao meu encontro. — O que aconteceu lá, Safira? Ela pergunta — Fui demitida. — E agora? — Tenho uma entrevista amanhã. Eu já estava atrás de um novo emprego, só espero que esse pague melhor. Digo. — Onde é? Ela pergunta. — Em uma empresa. É a JG Jewrly Company, uma empresa de joias. Digo. — Uau, ela é bem conhecida, e há boatos que o dono é um gato, mas é um poço de arrogância. Zoe comenta. — Boa sorte pra mim, então. Me despeço da minha amiga e vou embora... Depois de contar a minha mãe o ocorrido, tomo um banho e vou dormir. Amanhã preciso estar relaxada. (...) — Srta. White, pode entrar, o Sr. Gonzalez lhe aguarda. A moça da recepção me informa. — Obrigada . Entro na sala e a cadeira do Sr. Gonzalez está de costas para mim... — Pode sentar, Srta. White Ele diz e no mesmo instante reconheço a voz. Se vira e me encara. — Você? Falamos juntos. O destino só pode estar de brincadeira comigo... Não é possível!

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