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Paty no Morro

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intro-logo
Sinopse

Manuela, uma jovem patricinha de 18 anos, vê sua vida sair dos eixos ao ir a um baile.

O que deveria ser só uma noite, se transforma em um amor improvável, intenso e super protetor, que faz com que Manuela reconsidere certo e errado. Justiceiro e Vilão.

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Capítulo 1
Manuela Hoje vou sair com Eduardo, para uma balada que, muito provavelmente, vale mais dinheiro do que realmente deveria. Não que isso importe pra ele. Claro que não.  Penso mais uma vez na ideia de me mudar. Faz um tempo que penso em ir para a casa da Ju, minha melhor amiga, mas ultimamente essa ideia só aumenta, já que minha irmã, aparentemente gosta de me infernizar.  Peguei meu celular e vi as horas. 19:30. Tiro minha roupa, tomo meu banho. Passo um lápis, rímel e batom. Visto vestido tubinho azul, coloco um tênis branco, tão usado que já pode sair andando sozinho e vou para a sala.  Ana me vê e me olha de cima à baixo. - Vai sair desse jeito? - ela me pergunta e levanta uma sobrancelha. Respirei fundo e cruzei os braços. Hoje ela começou mais cedo do que eu esperava.  - Algum problema? - retruquei com um sorrisinho.  - Sim. Você tá vestida como uma p*****a. - ela diz.  Meu celular vibra antes que eu me atreva a responder. Eduardo.  [20:01] Edu: Cheguei bebê.  - A p*****a aqui tá saindo. - comecei. - Não precisa se preocupar, vou dormir fora. - e antes que ela pudesse dizer algo, sai e bati a porta.  No elevador, me olhei para ver como estava. Ignorando cada uma das palavras da minha irmã, que por sinal, eram parte da rotina. O elevador m*l chegou ao térreo e eu já estava fora dele. Dei boa noite ao porteiro, abri a porta do carro e lá estava Eduardo, um sorrisinho galanteador nos lábios. - Tá linda. - disse me dando um selinho.  - Você também. Vamos? - disse animada.  Lógico que ele não notou a cara de cu que eu estava quando entrei no carro. Ele nunca notava. E eu, definitivamente, deveria esperar que ele notasse, mas já não importava mais.  Chegamos na tal balada, falamos nossos nomes e entramos. O lugar estava bem animado. E por animado, eu poderia usar muitas outras palavras para descrever aquilo tudo. - Quer alguma bebida? - Eduardo perguntou, olhando ao redor.  - Quero. Qualquer uma. - Ele se virou e foi.  Eu já estava esperando que fosse dar moral pra alguma menina. Era sempre assim. Todas as vezes em que saiamos. Acontece que, dessa vez, ele foi rápido. No bar, vi ele dizendo algo para uma menina. Ela sorriu, e foi em direção ao banheiro. Me virei para fingir que não vi. - Já volto. - ele disse. Se virou em direção ao maldito banheiro, foi a passos largos para lá.  Virei o copo e fui atrás.  Ele já estava lá, se atracando com uma morena. Cutuquei ela com a maior sutileza possível. Ela se virou fazendo cara de confusa. Talvez um pouco alterada também.  - Obrigada por me livrar desse encosto viu? - falei com um falso sorriso, porque a vontade de dar um murro na cara do Eduardo estava me invadindo.  Ele me olhou perplexo, me virei para sair mas ele segurou meu braço. Quase com força demais.  - Não encosta. - falei e sai.  Fui pro lado de fora da tal balada, já com um destino em mente.  [20:46]  Eu: eduardo me traiu, tô indo p sua casa.  Ju mozão: meu amor, vem sim, quando estiver chegando me avisa, vou descer pra te buscar. hoje tem baile, anima? Eu: óbvio.  Bloqueei o celular e entrei no táxi com um sorrisinho brincando nos lábios.  - Me leva pro Alemão. - falei. O taxista me olhou assustado mas obedeceu. m*l vi os sinais ou os carros passando, e já estamos lá. [20:56]  Eu: tô aqui na barreira.  Na barreira, estavam vários homens armados. E quando digo vários, quero dizer que, ali na minha frente, poderia ser um exército. - RF, tem paty aqui. - ouvi um deles dizer. Revirei os olhos e cruzei os braços. Já começamos bem.  Logo o tal RF chegou. Sem blusa, um fuzil gravado nas costas, além da corrente no pescoço, e a cara de arrogante. Gato. Nossa.  - Falatu, paty, tá perdida? - ele disse me lançando um sorriso.  - Se fosse da tua conta né. - retruquei, devolvendo o sorriso. Ele inclinou a cabeça de leve, sacou a arma e apontou pra mim.  - RF, você tá louco? - a Ju chamou.  - Grandes chances. - murmurei. - Que que a paty veio fazer aqui? - ele perguntou me analisando.  - Ouvi falar que aqui é um lugar ótimo pra morar, além de ter baile por aqui hoje. É assim que você recebe suas hóspedes? - respondi. Ele ficou me olhando. Mas logo abaixou a arma. - Quando chegarem no baile, cês podem subir pro camarote. - disse, depois se virou pra um vapor - Abre essa p***a logo.  O vapor abriu. Passei por RF e dei um beijo na bochecha dele.  - Fofo. - ironizei.  - Manuela, Manuela. - Ju soltou rindo.  Enquanto subiamos, fomos conversando.  - Lugar ótimo pra morar então... você vem mesmo pro morro? Por quê tem todo meu apoio, e aparentemente, do RF também. - ela disse me lançando um olhar malicioso.  - Não volto pro apartamento da Ana nunca mais, não dá.  - respondi e dei de ombros.  Chegamos na casa da Ju e ela sorriu, se virando para mim e abrindo os braços. - Bem vinda ao meu barraco. - disse.  - O barraco mais lindo. - respondi e abracei minha melhor amiga.  Subimos e ela me mostrou a roupa que havia separado pra mim. Um short cintura alta e um cropped preto, me troquei na correria e saímos.  [...]  Chegamos ao baile, e se eu achava que a balada anterior estava cheia, o baile estava muito mais. Fomos direto para o camarote do RF, por pura insistência da Ju. Quando ele me viu, levantou o copo e me lançou um sorriso.  Fomos direto pegar uma bebida, e logo já estávamos no meio da muvuca dançando. Fazia tanto tempo que não fazia isso, que cansei rápido. Parei um pouco e fui pegar mais bebida, por ironia ou não, dei de cara com RF.  - É, Paty, tu dança hein. - disse e eu sorri sem perceber, mas ele percebeu. - Que que eu faço pra ganhar um beijo?  Olhei para ele. Aquela cara de s****o sem vergonha, não tinha como negar que gostei dele. Mas não ia tão fácil. - Você apontou uma arma pra mim, fica meio complicado né? Mas não me assustou não, apesar de ter tentado. - eu disse olhando pra cara dele. RF riu.  - Corajosa, tá falando assim com o dono do morro e tá viva ainda. Mas só por quê gostei de ti. - respondeu.  Sai dai, Manuela, sai dessa. Uma vozinha insistia em me dizer, mas cabeça dura que sou.. - Gostou é? - dei um sorrisinho preguiçoso. - Gostei. - ele respondeu. E antes que pudesse falar mais alguma coisa, mas uma garota brotou do chão.  - Quem é a p*****a RF? - oi?  - Como a p*****a é você, achei ótima a pergunta. - retruquei, fazendo cara de inocente. Cruzei meus braços e a analisei. - Respeita a Paty p***a. Tá ficando doida? - RF disparou. A menina veio pra perto de mim, quase espumando de raiva.  - Quer p*****a? Eu te dou. - disse. Olhei pro RF, que estava me olhando, esperando qualquer sinal de ajuda da minha parte. Mas eu não ia arrumar confusão e estragar o baile, não hoje. - Dá licença, tenho coisa mais interessante pra fazer hoje, e brigar contigo não deve ter graça. - e fui saindo.  Não avisei pra Ju onde estava indo, mas ela ia perceber que sai. Definitivamente, ia. Lembrava onde era a casa, e ela tinha falado que tem um beco que corta caminho.  Entrei no mesmo, já em sinal de alerta. Tinha um homem jogado no chão, então continuei meu caminho.  O homem levantou meio cambaleando, e veio na minha direção supreendentemente rápido para um bêbado. E me agarrou. Dei um soco nele, e sei cheiro de d***a e bebida me invadiu. Lambeu meu pescoço, e p**a m***a, que nojo. Ouvi passos rápidos entrando no beco, vindo na minha direção. Ou ia me ajudar, ou ia ajudar o cara. Torci pra ser a segunda opção. - Me ajuda. - falei, me debatendo. O cara que estava no meu pescoço, me acertou um soco. - Aí c*****o, me solta. - resmunguei A pessoa que estava entrando no beco, percebi momentos depois, era o RF. E com ele, estavam outros três caras. RF jogou o cara no chão com eficiência, e seus amigos, o levaram para algum outro lugar. Comecei a tremer incontrolavelmente, fazendo com que RF viesse até onde eu estava.  - Obrigada, de verdade. - e abracei ele.  - Vem. - disse. - Vamo sair daqui. O cara tinha me sujado toda. [...] Chegamos na casa dele um pouco depois, RF disse para eu tomar um banho, separou uma blusa e uma cueca pra mim e me mostrou o banheiro. Tomei meu banho, me esfregando até ficar toda vermelha. Por pouco o pior não aconteceu, e não fui estuprada. Me vesti e fui para o quarto do RF.  - Pode dormir aqui, depois eu volto. - disse já saindo, mas eu estava com medo, não queria ficar sozinha.  - Fica aqui, por favor? Eu tô assustada. Ele me deitou na cama e disse que ficaria.

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