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Sinopse

+18 Um herdeiro bilionário precisa de uma namorada para limpar a sua imagem de solteirão e convencer o pai de que pretende se casar e formar uma família, a fim de ter filhos para continuar o legado dos negócios. Ele conhecerá uma jovem e modesta garçonete que tem um passado difícil, mas que com muito esforço ela irá aceitar a ideia de um namoro de fachada com ele a fim de ajudá-lo à conquistar a presidência da empresa. +18

*AVISO: Contém cenas quentes, se não gosta não leia.*

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1° Capítulo - Homem misterioso
Sentia minha pele suada, meus músculos doloridos e sonolenta, como resultado de um longo fim de semana. Com os movimentos lentos e o andar despreocupado, termino de limpar a última mesa, com a coluna à reclamar. O sr. Hershel já havia me liberado, mas como dias como hoje são bastante movimentados não poderia deixa-lo finalizar sozinho. Contudo, não podia estar mais entusiasmada pelo o encontro marcado com o meu travesseiro. Já se passava das dez da noite. Livrei-me do avental, recolhi meu casaco e minha bolsa, e após um abraço rápido em Hershel, saí da cozinha. Sentia minhas pálpebras pesadas, os ombros travados, mas puxar ao porta da saída ela pareceu estranhamente menos pesada do que de costume – pensei no mesmo instante. Assim que o sino ecoou, meu corpo se chocara em algo, e, com certeza, não era com a própria porta ou a parede. Imediatamente meus olhos buscam alguma explicação visual, e o primeiro detalhe que noto é um par masculino de sapatos. Minha visão funciona quase como em câmera lenta. Era um homem muito elegante. Uma de suas mãos estava guardada em um dos bolsos de seu sobretudo e a outra segurava a maçaneta da porta. Ele havia empurrado para entrar no mesmo segundo que puxei para sair. O homem parecia um executivo – eu penso em primeiro momento. Corajosa o suficiente para o olhar nos seus olhos e pedir minhas sinceras desculpas por ter lhe batido involuntariamente, seguro o ar e as palavras no peito sem perceber. Seus olhos eram tão azuis e brilhavam como cristais, mesmo na luz fraca do ambiente. Sua feição me agrada de imediato, mas ele parecia confuso sob minha análise. No mesmo segundo que a realidade me chacoalha conscientemente, desejo dominar qualquer tipo de poder sobrenatural que pudesse me fazer desaparecer neste mesmo instante, por ficar lhe encarando abobalhada. — Perdão, eu não vi você! — ele acena como se recebesse a justificativa. Começo a me distanciar para trás, e com isso ele termina de adentrar no recinto. Observo de relance a porta que dava para a cozinha, e Hershel parecia alheio ao cliente, podia estar ainda ocupado com alguma coisa, então eu me vi no dever de atender este moço. — Posso ajudá-lo em algo? — abandono meu casaco e minha bolsa em uma cadeira, e vou para o outro lado do balcão com a cabeça baixa. Respiro fundo, tentando formar um sorriso simples, me esforçando para não parecer uma careta. Estava cansada, e também envergonhada pelo o esbarrão. — Você trabalha aqui? Imaginei que fosse uma cliente — sua voz era tão... firme e grave. Ergo meus olhos até os seus para responder-lhe, sentindo-me com as bochechas quentes. — Trabalho, mas meu expediente havia acabado, por isso estava indo embora — Ele me encara como se eu tivesse lhe apresentando um contrato para assinar. Ele é curioso ou paranóico. Seja lá qual tenha sido seu julgamento, ele apenas dá de ombros se sentando em um banco do balcão, de frente para mim. — Um capuccino, por favor. Me adianto até a máquina, e preparo o pedido, sentindo minha nuca queimar. Lhe entrego a bebida e me afasto. Ele prova do pedido com os olhos presos em meu rosto, e isso só piora minha ansiedade. Eu devia estar suada, com olheiras e com uma expressão cansada. Eu nem quero pensar em como deve estar o meu cabelo, depois de toda a correria do dia. Ele parecia estar criando algum julgamento a meio respeito, ou eu apenas estava criando essa situação toda na minha cabeça, e ele seria apenas uma cara querendo uma bebida. Eu preciso urgentemente dormir. Para disfarçar meu leve incômodo, decido pegar um pano jogado ao meu lado e passar pela mesa que já estava limpa. Por que eu estava agindo assim tão esquisita? — Algum problema? — tomo um leve susto. Sua voz é extremamente notável, mesmo que soasse calmo. E por que essa pergunta? Está tão na cara meu deslumbre? — Nenhum, por quê? — respondo, acredito que, naturalmente. — Está nervosa. — Julgou simplesmente. Sua boca se ocupa de tomar seu capuccino e seus olhos parecem zombar de mim enquanto isso. Ou era só minha imaginação. — Você é especialista em ler as pessoas? — tentei soar bem humorada, mas me sentindo desconsertada. — Eu sou — ele agora tinha um sorriso arrogante nos lábios. E por que isso o embelezava mais? — Então, você trabalha aqui há muito tempo? — oh, ele está puxando conversa. — Há três anos, por quê? — Gosta? — É como andar de bicicleta. — Testei seu senso de humor. — É seu passa tempo, ou vive dessa profissão? — agora ele estava sério. — Com certeza, não é pela diversão — me peguei sorrindo sozinha, enquanto ele apenas me encara quieto. Uma hora dessas, sempre aparece alguém querendo conversar, falar sobre a vida, típico. Já estava acostumada. Eu era profissional em ouvir os problemas das pessoas, por mais que elas não estejam buscando álcool e conselhos quando vem aqui, mas apenas desabafar. Ele seria um desses casos? — Você aparenta ser uma pessoa calma, pacífica, ou eu estou errado e você só está cansada? — comenta, com seus olhos super analíticos. — Um pouco dos dois — encosto-me no balcão, me segurando para não revirar os olhos. Eu não sabia dizer se ele estava se divertindo comigo, mas eu não estava com muita paciência. — Qual o seu nome? — franzo o cenho, talvez eu esteja cansada demais para querer acompanhar seu raciocínio. Eu sou uma pessoa simpática, já fiz muita amizade servindo bolinhos e café. Cruzo os braços, estreitando meus olhos para sua postura correta. — Lili. — Só "Lili"...? — falou como se quisesse mais que apenas quatro letras. Eu me mantenho inerte, me sentindo nem um pouco à vontade de lhe dizer mais do que já disse. Já se passava da hora de ir. Não posso ficar me deixando levar por um estranho. Deus, eu só quero embrulhar-me na minha cama. — Hum — ele fez, como se ele pudesse ouvir meus pensamentos e os analisassem. Ele m*l se importou de dividir seu nome também. Não que eu quisesse saber, era só uma questão de educação! — Oh, ainda está aqui, Lili — surge o meu anjo da guarda. O olhar feio que Hershel me lançou quase me fizera gargalhar, mas me contive. Ele passou pela porta que dava para a cozinha enxugando as mãos numa toalha. — Boa noite, senhor! — cumprimentou o cliente. — Boa noite — o homem o cumprimenta de volta cordialmente. Escolho aproveitar a deixa. — Eu já estava indo. Até outra hora, Hershel! — recolho novamente minhas coisas que havia largado na cadeira ao lado da porta. — Tenha cuidado! — sentia o olhar dos dois me seguir o tempo todo. Eu não me atrevi de olhar para trás depois de alcançar a porta e passar pela a mesma. — Pode deixar! E então parti, tentando andar o mais rápido que podia, notando um carro muito moderno próximo ao estabelecimento de Hershel. Deve ser dele – eu pensei. Abandonei esta noite para trás, como sendo mais um dia de trabalho, o que viera a ser de fato. Uma leve garoa molhava a calçada, os carros e seus faróis acesos que brilhavam na avenida me despertam do leve sono que ainda atingia meus sentidos. Só precisaria atravessar duas quadras para poder chegar ao meu prédio, mas o frio me convenceu de atrasar uns segundos para vestir meu casaco. Poucas pessoas iam e viam ao meu redor, já era tarde, não estava surpresa, mas tinha a certeza que Samy reclamaria do perigo de andar sozinha tão tarde da noite.

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