Eu decidi que faria isso, então eu sentei no sofá da sala de estar para esperá-la. m*l percebi as horas se passarem, mas quando depositei a terceira garrafa na mesinha de centro a voz da consciência me avisou que seria melhor parar naquele número. Foi quando ouvi a porta da frente bater. Ela apareceu segurando seus saltos em uma das mãos, e na outra segurava sua bolsa. Ela estava tão linda, se não fosse pelo os seus olhos avermelhados, eu continuaria admirando-a por horas. — Lili? – eu a chamei, preocupado. E ela finalmente me notou no meio do cômodo. — Boa noite, imaginei que estivesse no seu quarto – ela engole seco, e encara a escada, provavelmente querendo escapar de mim. — Aconteceu alguma coisa? – ela me encarou suspirando. Antes de dar um passo até mim, ela olhou ao meu redo

