Sou despertada por um barulho estridente, parecia tão perto ao ponto do som vir direto de baixo do meu travesseiro. Meu celular. Droga. Quem poderia ser? Henry? Enquanto tentava advinhar, procurava pelo o maldito entre as cobertas. Como ele foi parar de baixo das minhas pernas? No visor, chamada de voz da Trina, minha prima. Meus estômago gelou. Eram duas e meia da madrugada. E ela só me ligava para dar-me notícias da família. — Alô? — Desculpa a hora, mas não podia deixar de te avisar, aliás acabei de saber... — O que foi, Trina? — meu corpo todo arrepiou. Nessas horas, as coisas que escutamos nunca são boas... O que será? — Seu pai foi internado há algumas horas, parece que o caso dele só piora... — e então a informação ecoou pela minha cabeça por horas. Eu não dormi mais, e só p

