Suas mãos me buscam pela cintura, e ele se aproxima com seus lábios em minha testa, num beijo delicado e significativo. — Sinto que está mais tranquila. — Com sua mão ainda em minha cintura, me conduz até a porta do carona de seu carro. Outro carro de sua coleção, e este nunca tinha visto. — Me sinto melhor, e você? Espero que tenha boas notícias! — me sento no banco, e ele logo entra em seguida. Coloco o cinto de segurança e espero pacientemente por uma resposta. — Eu só posso falar por mim, fiz minha parte — seus olhos, assim que alcançam os meus, partilham de suas emoções. Eu sei que ele está preocupado, e se ele tentou resolver as coisas com seu pai, eu acredito. — Tudo bem, é isso o que importa, e eu estou orgulhosa de você — acaricio sua bochecha, sentindo meus dedos ralarem n

