O veludo amaciava em meus pés, enquanto desfilava pelo o corredor brilhante do prédio. O primeiro drinque oferecido não fora o suficiente para acalmar os meus nervos, ou amenizar a raiva que tomava conta das minhas terminações nervosas. Ele estava sentado sozinho quando me joguei elegantemente no acochoado do acento. — Verônica! Eu realmente duvidei que pudesse aparecer — ele levanta sua taça em forma de brinde. — Isso já está sendo irritante o suficiente, então vamos ao que interessa. — Hum — ele expressa a mesma feição de deboche como sempre. Era o que mais odiava nele, porém ele era o único que poderia me salvar de toda essa merda. — Ainda tem contato com o Henry, não é? — ele ri. Cruzo minhas pernas, pescando um olhar estreito seu. — Sabia que ele seria, mais uma vez, o tó

