Estava há mais de uma hora discutindo sobre meu caso no escritório do meu advogado, junto dele e Peter. — O contrato valeria dois bilhões, acha mesmo que ele não iria querer? — meu advogado insiste. — Não é pelo o dinheiro, é pelo o nome dele. O pai dela tem grande influência no mercado, trabalha com inovação, energia limpa, o marketing da empresa e da família nunca foi manchado por sequer um vez. — Peter argumenta, e eu assino embaixo. — Exatamente. — Concordo com a fala dele, enquanto me sirvo de Bourbon. — Quando eu e Verônica saíamos juntos, nossos pais quase fecharam este acordo. Na época que meu pai exigia que eu me relacionasse seriamente com alguém, eu já tinha a impressão que ele se referia, claro que indiretamente, à Verônica. Foi um dos motivos de eu ter recorrido a... — com

