Numa bela tarde, eu escapei dos braços do meu marido e me esgueirei pelo o Brooklyn, à procura do senhor Hershel. Na esperança de encontrar, desta vez, a lanchonete aberta, para obter notícias do mesmo. Já que das outras duas vezes que passei rapidamente por aqui encontrei o estabelecimento vazio, com um convite de casamento em mãos. Adoraria ter tido o privilégio da presença de alguém que foi tão importante para mim desde o começo da minha jornada aqui, em um casamento que ele teria adorado ter conhecimento e não me negaria o convite. O mesmo torcia pela minha felicidade como um pai, e era assim mesmo que eu o via. Para minha imensa satisfação, lá estava a porta entreaberta. Eu caminhei animada pela calçada, sentindo‐me ansiosa para vê‐lo. Assim que bati os olhos no interior da lancho

