Agora exibiam padrões mais complexos do que tudo que haviam visto até então. Alguns símbolos eram curvos e fluidos, outros geométricos, quase matemáticos em sua precisão. Cada linha, cada traço parecia pulsar com uma energia antiga, quase como se respirasse. Lívia estendeu a mão, deslizando os dedos sobre os símbolos. A sensação era estranha e hipnótica. Cada relevo frio parecia transmitir uma mensagem, uma lembrança de tempos esquecidos. O ar estava denso, pesado, e cada respiração parecia misturar o cheiro de terra, musgo e uma essência indefinível, como se o próprio tempo tivesse impregnado aquele lugar. — Daniel… — sussurrou ela —, você sente isso? É… diferente de tudo que sentimos antes. Ele olhou para ela, os olhos atentos. — Sim. É como se estivéssemos próximos do coração de tudo

